quinta-feira, 11 de março de 2010

MULLA RAPINA ENVIARÁ PROJETO DE CONFISCO DE AUTOMÓVEIS PARA O CONGRE$$O! MAS NINGUÉM CONFISCA O MANDATO DELE POR ENVOLVIMENTO COM AS FARC!!!!!!!!!!!!!

Pessoal, eu não pude deixar de copiar esta matéria aqui. Isso é muito importante para vocês e a todos os brasileiros. Copiem e repassem!

Mulla Rapina colocará em prática o seu sonho: confiscar carros com IPVA atrasado, um imposto abusivo para quem já paga entre 25 a 50% de confisco antecipado ao des-governo maçônico-comunista (satanista) por querer ter um veículo automotor, assim sendo a independência das máfias do transporte de sardinhas.

veiculo cujo ipva nao foi pago podera ser apreendido segundo projeto do governo Veículo cujo IPVA não foi pago poderá ser confiscado, segundo projeto do governo

O governo está enviando ao congresso um novo projeto para forçar o contribuinte a quitar suas dívidascom Estados e municípios.

Trata-se de uma lei que confere poderes de polícia aos fiscais da Receita Federal. Estes, pelo projeto, não precisariam pedir autorização judicial para seqüestrar veículos e outros bens de cidadãos com dívidas públicas.

Nesse caso, um carro com o pagamento do IPVA atrasado poderia ser apreendido pelo Estado, bem como outros tributos municipais ou estaduais também seria motivo para que os fiscais da fazenda local apreender ou até penhorar bens, como automóveis ou imóveis.

O projeto faz parte de um pacote tributário que o governo enviou para a câmara legislativa. Se aprovado, os fiscais não vão mais precisar da Justiça para penhorar bens.

A proposta diz que o contribuinte em dívida com o Estado, terá 60 dias para quitar o que deve. Caso contrário terá de apontar os bens impenhoráveis. Não vai adiantar mentir, pois o projeto prevê uma investigação patrimonial do contribuinte.

Hoje, o Estado precisa entrar na Justiça para obrigar o contribuinte a pagar sua dívida, através de penhora dos bens do endividado.

O projeto ainda está em tramitação no congresso e vai passar por comissões até ser levado a plenário. Mesmo assim, OAB e outras instituições nacionais já classificam a medida como inconstitucional e arbitrária.

Fonte: ZAP.

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