quarta-feira, 7 de julho de 2010

SOBRE OLAVO DE CARVALHO / ABOUT OLAVO DE CARVALHO

Olavo de Carvalho é o maior filósofo brasileiro da atualidade e um grande combatente do comunismo e o movimento revolucionário internacional que atualmente estupra a moral judaico-cristã em todo o continente e o resto do mundo.
Olavo de Carvalho (Olavo O'Carvalho) is today's the greatest Brazilian philosopher, and he is a great warrior against the communism and the international revolutionary movement which rapes the Judaico-Christian moral all over the continent and the rest of the world.

Aqui você lê uma apresentação da crítica real a respeito da pessoa de Olavo de Carvalho.
Here you read a presentation by the real critics in despite of the person of Olavo O'Carvalho.

OPINIÕES DA CRÍTICA

SOBRE OLAVO DE CARVALHO

"De reconhecida competência na área da filosofia, tem obtido grande sucesso tanto em suas pesquisas como no trato com seus alunos."
JORGE AMADO

"Já deu prova cabal da seriedade de seus propósitos e de sua extensa cultura filosófica. Qualquer esforço que venha dele é digno de apoio e só pode acrescentar prestígio a quem o proporcionar."
ROMANO GALEFFI, catedrático de Estética, Universidade Federal da Bahia.

"Indiferente às elites universitárias e ao mundo do show business cultural, Olavo de Carvalho escolheu a vida intelectual plena como ambição e exercício de seus dias."
JOSÉ ENRIQUE BARREIRO, TV Educativa, Salvador BA

"Intelectual independente, não filiado a qualquer grupo político ou filosófico; dono de vasta cultura, alicerçada no conhecimento da filosofia."
CARLOS CORDEIRO, Diário de Pernambuco, Recife, 26 ago. 1989

"Tem o brilho e a coragem dos Inconfidentes."
ARISTÓTELES DRUMMOND

"Admiro Olavo de Carvalho não apenas pelo alto valor de sua obra intelectual, que inclui livros importantes sobre a filosofia aristotélica, sobre o relacionamento entre Epicuro e Marx e sobre a ‘revolução cultural’ provocada por Gramsci, mas também pelo vigor polêmico com que está enfrentando o que ele mesmo classifica como as ‘atualidades inculturais brasileiras’."
J. O. DE MEIRA PENNA, Jornal da Tarde, São Paulo, 10 out. 1996.

"Filósofo de grande erudição."
ROBERTO CAMPOS, Folha de S. Paulo, 22 set. 1996.

"Filósofo, e não apenas professor de filosofia."
NELSON SALDANHA, mensagem de saudação a O. de C. No Instituto de Tropicologia da Fundação Joaquim Nabuco, Recife, PE, 13 de maio de 1997.

"Estupendo. Sua obra tem como que o sopro de uma epopéia da palavra, a palavra destemidamente lúcida e generosamente insurgente, rebelde e justa, brava e exata."
HERBERTO SALES, da Academia Brasileira

"O mais brilhante e controverso filósofo brasileiro."
MONICA GRIGORESCU, Rompress - Romanian National News Agency, 3 jul. 1997.

SOBRE A NOVA ERA E A REVOLUÇÃO CULTURAL

"Louvo a coragem e lucidez das suas idéias e a maneira admirável com que as expõe."
HERBERTO SALES, da Academia Brasileira.

"O ensaio, além de excelente, chega na hora certa."
JOSUÉ MONTELLO, da Academia Brasileira.

"Um ser vivo. Magnífico. Iluminador. Tem a vibração da coragem ética. Certamente um dos documentos mais importantes já produzidos no Brasil."
JACOB KLINTOWITZ, crítico de arte.

SOBRE SÍMBOLOS E MITOS NO FILME "O SILÊNCIO DOS INOCENTES"

"Análise fascinante e — ouso dizer — definitiva."
JOSÉ CARLOS MONTEIRO, Escola de Cinema da UFRJ.

SOBRE ARISTÓTELES EM NOVA PERSPECTIVA

"Olavo de Carvalho vai aos filósofos que fizeram a tradição ocidental de pensamento, dando ao leitor jovem a oportunidade de atravessar esses clássicos."
PAULO FRANCIS, O Globo

"Nas suas obras como nos cursos que profere, predominam o equilíbrio e a coerência."
LUÍS CARLOS LISBOA, Jornal da Tarde, São Paulo, 7 jan. 1995.

SOBRE O JARDIM DAS AFLIÇÕES

"Poucos livros tenho lido com o interesse e o proveito com que li O Jardim das Aflições."
JOSUÉ MONTELLO, da Academia Brasileira

"Inexaurível erudição e incontornável honestidade intelectual... O clarim de uma adiada e temida ressurreição da independência crítico-filosófica da nação."
BRUNO TOLENTINO, prefácio a O Jardim das Aflições

"Um livro maravilhoso, um clarão nas trevas."
LEOPOLDO SERRAN, Jornal do Brasil, 6 set. 1996

"Se a obra de Olavo de Carvalho se distingue da prosa empolada e vazia dos philosophes de plantão, é sobretudo por seu texto vivo e bem humorado, por sua erudição generosa e pela busca permanente de clareza e honestidade intelectual."
ANTÔNIO FERNANDO BORGES, Jornal do Brasil, 6 jan. 1996

"Olavo de Carvalho chega a ser um iconoclasta, de uma iconoclastia tornada necessária... Ele vai até adiante da coragem, dispõe de larga e profunda erudição, como se vê nos seus textos filosóficos de grande base helênica,Os Gêneros Literários e Uma Filosofia Aristotélica da Cultura, breves, concisos, rigorosos conceitualmente, de apurado método lógico, por trás do calor polêmico que assim não o prejudica."
VAMIREH CHACON, Jornal de Brasília, 22 jan. 1996

SOBRE O IMBECIL COLETIVO: ATUALIDADES INCULTURAIS BRASILEIRAS

"Livro imperdível. Exijam dos livreiros."
PAULO FRANCIS, O Globo e O Estado de S. Paulo, 28 jul. 1996

"Lúcido e eloqüente como Irving Kristol."
ALAN NEIL DITCHFIED

"Como Jackson de Figueiredo, como Gustavo Corção, O. de C. vê a imbecilidade como erro moral, tem uma visão filosófica e universal desse problema."
JOSÉ ARTHUR RIOS

"Uma inteligência como poucas entre nós."
PAULO BENTANCUR, Jornal do Comércio (Porto Alegre), 22 nov. 1996.

"Temível inteligência e imbatível domínio filosófico."
ÂNGELO MONTEIRO,Diário de Pernambuco, 23 nov. 1996.

"Olavo de Carvalho restabelece uma tradição que estava declinando assustadoramente: a tradição da crítica severa e corajosa, que desmitifica falsos valores, higienizando a vida intelectual."
EDSON NERY DA FONSECA, Diário de Pernambuco, 17 de maio de 1997

SOBRE A CONFERÊNCIA "LES PLUS EXCLUS DES EXCLUS" (UNESCO, PARIS, 29 JUN. 1997)

"Fascinating."
AMY COLIN, Pittsburg University

segunda-feira, 5 de julho de 2010

VEM AÍ O CONFISCO DA DILMA

05/07/2010

às 22:58

A BENEVOLÊNCIA DA IMPRENSA COM O DOCUMENTO SECTÁRIO DO PT: MAIS DOIS CASOS

Listen to internet radio with Olavo de Carvalho on Blog Talk Radio


É, leitor… Abaixo, seguem textos do Portal G1 e do Estadão Online sobre a confusão que o PT fez ontem com o programa de Dilma Rousseff protocolado no TSE. Como vocês vão ver, no Portal G1, o PT “trocou” as diretrizes. No Estadão Online, tudo não passou de uma “confusão” da equipe de apoio. Na Folha Online, tinha sido “equívoco”.

“Troca?”
“Confusão”?
“Equívoco”?

Fosse assim, constatado o “problema”, que já estava na Internet havia horas, bastaria pegar o novo arquivo e fazer a substituição. Ocorre que o PT só conseguiu entregar o novo documento 12 minutos antes da hora final.

O partido transformou tudo numa mera confusão, conseguiu vender a sua versão, e ficou por isso mesmo. Num dos posts abaixo, publico link dos dois documentos. É visível que o segundo não passa de um arranjo, feito às pressas.

Para registro:
A notícia da Folha é das 19h59; a do G1, das 20h55, e do Estadão, das 21h59.

No Portal G1, a notícia foi dada assim:
Campanha de Dilma ameniza o tom em programa de governo entregue ao TSE

A campanha da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff,trocou as diretrizes para o programa de governo que haviam sido protocoladas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (5).
A coordenação da campanha havia protocolado o programa do partido aprovado em congresso no mês de fevereiro. O documento previa mais impostos para fortunas, fim da criminalização de movimentos sociais; maior controle sobre a mídia; e confirmava apoio à jornada de trabalho de 40 horas sem redução de salários.
A assessoria da campanha disse que, “por equívoco”, foi entregue o programa errado. O texto das novas diretrizes, disponíveis no site da campanha, é basicamente o mesmo, mas com diferenças significativas de tom. Alguns pontos considerados polêmicos foram excluídos e frases mais críticas, alteradas.
Por meio da assessoria, o TSE confirmou que foi entregue um novo documento.

No Estadão Online, assim:
Dilma apresenta ao TSE programa de governo radical e depois recua

Uma confusão da equipe de apoio da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, fez com que fosse registrado nesta segunda-feira, 5, no Tribunal Superior Eleitoral, um resumo errado de seu programa de governo. O documento entregue originalmente trazia a defesa de propostas polêmicas, como controle de mídia, taxação de grandes fortunas e a revogação do ato de governo que retira da lista de assentados aqueles que participarem de invasões de terra. No início da noite, o advogado da campanha, Sidnei Neves, foi ao TSE para trocar o documento, substituindo-o por outro sem as ideias controvertidas.
A proposta foi apresentada ao TSE para cumprir uma exigência da Justiça Eleitoral que cobra dos candidatos à Presidência um resumo do programa de governo. A campanha de Dilma enviou ao tribunal um documento com diretrizes básicas, aprovado em fevereiro pelo PT, quando foi lançada sua pré-candidatura.
O problema é que esse texto estava repleto de ideias defendidas pelos grupos mais radicais do partido e que foram aceitas durante essa reunião. Como seria homologado junto ao TSE, funcionaria como documento oficial e público sobre as principais linhas de atuação que seu eventual governo seguiria.
No caso da proposta sobre o controle de mídia, o primeiro documento repetia os pontos pregados pela Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e defendia controle de produção de conteúdo.
“Para isso, deve-se levar em conta as resoluções aprovadas pela 1.ª Confecom, promovida por iniciativa do governo federal, e que preveem, entre outras medidas, o estabelecimento de um novo parâmetro legal para as telecomunicações no País; a reativação do Conselho Nacional de Comunicação Social; o fim da propriedade cruzada; exigência de urna porcentagem de produção regional, de acordo com a Constituição Federal; proibição da sublocação de emissoras e horários; e direito de resposta coletivo”, pregava o documento.
O conceito desapareceu na nova versão, embora tenha sido mantida a crítica à existência de “monopólio e concentração dos meios de comunicação”.
Outras polêmicas .
O texto original também abria brecha para a interpretação de uma suposta defesa da legalização do aborto. De forma velada, o documento citava que “o Estado brasileiro reafirmará o direito das mulheres de tomarem suas próprias decisões em assuntos que afetam o seu corpo e a sua saúde”. E reforçava a referência logo em seguida, citando que “o governo do PT desenvolverá ações que assegurem autonomia das mulheres sobre seu corpo, qualidade de vida e de saúde em todas as fases de sua vida”. Ambas as citações sumiram no papel entregue à noite ao tribunal, sendo substituídas pela afirmação de que “o Estado brasileiro reafirmará o direito das mulheres ao aborto nos casos já estabelecidos pela legislação vigente, dentro de um conceito de saúde pública”.
O resumo do programa de governo manteve, porém, críticas feitas pelo PT ao governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, sucedido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003. “Ao contrário daquela que Lula recebeu, a herança a ser transmitida à próxima presidenta será bendita. Essa herança oferece as bases para a formulação das propostas do Programa de Governo 2010. O que até agora foi feito dá credibilidade e garantia às Diretrizes que agora apresentamos.”

Encerro
Mais tarde volto ao assunto. Esse episódio, para mim, é um emblema desses dias.

Por Reinaldo Azevedo