quinta-feira, 31 de março de 2011

EMOÇÃO NA CSX

Vocês já viram filmagem no mundo ferroviário nesse estilo?


PETIÇÃO PARA O ESTABELECIMENTO DO ANO MARIANO 2012-2013


A Sua Santidade Papa Bento XVI

Beatissime Pater,
No desejo de contribuir com a santificação dos cristãos e com a Nova Evangelização, vimos suplicar a Vossa Santidade
a graça da proclamação de um Ano Mariano em 2012-2013.

Sugerimos esta data por ela marcar os 25 anos do último Ano Mariano proclamado pelo Servo de Deus João Paulo II e por comemorar os 300 anos do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, de São Luis Maria Montfort, obra tão amada e recomendada pelo próprio Servo de Deus João Paulo II.

Somos testemunhas dos frutos de graça e santidade que a proclamação do Ano Sacerdotal, feita por Vossa Santidade, fez brotar para a Igreja do mundo inteiro.
Por esta razão, sugerimos humildemente que um Ano Mariano poderia ser uma grande oportunidade para reavivar a Devoção a Toda Santa Mãe de Deus no coração dos fiéis e propagar a prática da "Consagração Total a Jesus por Maria", como é ensinado pelo próprio São Luis, e como o Servo de Deus João Paulo II viveu e testemunhou.

Voltamo-nos a Vossa Santidade, com confiança, exercendo o que pensamos ser o nosso deve de manifestar aos nossos Sagrados Pastores os nossos anseios e necessidades espirituais (cf. cân. 212).

Aproveitamos a ocasião para manifestar a Vossa Santidade nossa mais completa fidelidade e devoção filial.

Leia os apontamentos dos reverendíssimos Pe. Paulo Ricardo e Pe. Rodrigo Maria (Fundador da Fraternidade Arca de Maria) a respeito do Ano Mariano: http://padrepauloricardo.org/blog/carta-ao-papa-e-ano-mariano/

quarta-feira, 30 de março de 2011

AUTOR DESTE BLOG COM VOCÊS EM DEFESA DAS LOCOMOTIVAS DE ALTÍSSIMO VALOR HISTÓRICO DO BRASIL!!!!!!!!!!!

Prezados Leitores:

Tomei atitude em defesa do VALIOSO PATRIMÔNIO FERROVIÁRIO NACIONAL que está prestes a ser catalogado para LEILÃO E """""CORTE""""", ISSO MESMO!!!!!: MAÇARICO!!!!!

Vamos começar a perturbar o DNIT e a MRS para que as remanescentes locomotivas elétricas Pimentinha e V-8 que estão ainda em bom estado ao lado das oficinas da Luz apesar das entempéries, SEJAM REPASSADAS ÀS ENTIDADES DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA para que esses marcos históricos do progresso mundial e nacional continuem presentes não só nas memórias, mas perantes os olhos de dezenas de gerações que virão!

Leiam o texto e repassem se quiserem.

Um abraço,

Cristiano
blog Hobby Trem

*********************

Sr. Evandro Alvarenga:

Antes de tudo, o texto principal está abaixo e em cor azul. Desculpe-me se tive a impressão que na sua mensagem o senhor teve uma atitude aparentemente partidária em escrever que as locomotivas serão avaliadas para depois serem leiloadas. Sabemos que quem tiver mais capital para comprá-las no leilão fará o que bem entender como temos visto com as locomotivas da antiga Fepasa. Não houve foco na vontade de muitos de preservá-las mas sim fazer parceria no trabalho sujo de quem explora as ferrovias para obter lucro e não usar parte dos lucros para preservar parte desse material que não é um material qualquer sem qualidade e sem valor. E o senhor não deixou vestígio de obrigação de preservação da parte do novo comprador. Então é impossível garantir o “não corte” delas se em nenhum caso o DNIT visa a obrigação de PRESERVAÇÃO para promoção de manutenção histórica de bens que são provas da história da evolução dos transportes do Brasil. E essas locomotivas embora estejam nos estados de “Ócio” e “Anti-Econômico”, elas são “Recuperáveis Para Fins de Preservação da Memória Ferroviária”, e digo mais, para manter intactos marcos da evolução dos transportes do Brasil. Eu posso afirmar que se o governo estivesse sob gerência de outro grupo partidário (partido político), parceiros de ideologia já estariam em moção com a estrutura da mídia partidária para fazer um protesto e denunciar o presidente de então pela tamanha responsabilidade e atacar o capitalismo como culpa do descaso sendo que descaso não depende nem de comunismo nem de capitalismo, depende da moral de quem tem o dever de gerir bem. Então deixo a mensagem formal para ser encaminhada ao Diretor do DNIT. A respeito do senhor ter dito que nós não vivemos num regime comunista, depois tratarei disso numa mensagem em separado porque num país de líderes decentes e mantenedores decentes (lê-se Forças Armadas), não se permitiria que líderes de partidos políticos envolvidos diretamente com apoio logístico e judicial em favor das FARC, ficariam no poder. Para se estabelecer o comunismo não precisa-se avisar, basta fazê-lo através de muitos meios sórdidos. Não preciso ir mais além. Voltamos ao assunto das locomotivas. Abaixo deixo a mensagem que o senhor poderá copiar aos seus superiores sem medo.

***

"VIABILIDADE E SOLICITAÇÃO DE PRESERVAÇÃO DE ATIVOS FERROVIÁRIOS DE VALOR HISTÓRICO"

Sr. Evandro Alvarenga:

Tendo notícia através de uma mídia impressa de que as locomotivas elétricas conhecidas como English Electric Pimentinha e General Electric EP-4 popularmente conhecida como V-8, estão deixadas ao relento nos trilhos das oficinas ferroviárias do bairro da Luz, possivelmente sob tutela da MRS Logística, empresa operadora de ferrovias de transporte de cargas sobre bitola larga entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, tive a preocupação de comunicá-los que essas locomotivas embora aparentemente anti-econômicas e estando ociosas, elas tanto representam e têm um valor histórico imenso porque são os únicos exemplares existentes no mundo em condições de fácil recuperação e uso por entidade cultural competente existente em Solo Brasileiro a ABPF – Associação Brasileira de Preservação Ferroviária, entidade sem fins lucrativos que através de seus participantes recolhem fundos para realizar restauração de material ferroviário antigo porém importante para que fiquem como referências digamos “vivas” e não apenas vultos históricos. A MRS Logística como qualquer outra operadora de ferrovias do Brasil, deve ter assinado o mesmo termo que implica na promoção da preservação de ativos de valor histórico que foram adquiridos pela então controladora estatal RFFSA (Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima) e as locomotivas de alimentação elétrica de origem Inglesa English Electric apelidadas de Pimentinhas e as de origem Americana as General Electric EP-4 apelidadas de V-8 pelos ferroviários, são bens de alto valor histórico, valor tão alto que marcam a evolução da indústria ferroviária “mundial” e o início do processo de evolução logística da República Federativa do Brasil. Por isso antes de fazerem parte de um erro que antes era cometido apenas pelas empresas ferroviárias que é de participar com permissão cedida à MRS Logística em faturar dinheiro vendendo tais bens de tamanha importância histórica do País e do Mundo serem sucateados, depenados e ainda faturar com tamanha destruição da história acima citada ainda presente nessas importantes locomotivas, que FAÇA-SE VALER O CUMPRIMENTO DA LEI DE PRESERVAÇÃO DE MATERIAL FERROVIÁRIO DE IMPORTÂNCIA HISTÓRICA como são os imóveis como as estações históricas, tendo em vista A EXISTÊNCIA DE ENTIDADE CIVIL SEM FINS LUCRATIVOS DE PROMOÇÃO DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA com seus trabalhos largamente conhecidos por preservadores ferroviários, entusiastas, redes de televisão que já contrataram os serviços da mesma para tematização de obras audiovisuais, e manutenção de trechos abandonados de ferrovias para manter em funcionamento, conhecimento e enriquecimento cultural e geração de recursos para manutenção e restauração desses ativos de importância histórica de maneira “AUTO-SUSTENTÁVEL”, a A.B.P.F.: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA, fazendo-se então, de maneira efetiva e não onerosa ao GOVERNO FEDERAL nem à Operadora Ferroviária MRS LOGÍSTICA, o repasse desses ativos de valor histórico valioso para as gerações atuais e as centenas de gerações a surgir neste País. Deixo o contato da Associação para os senhores e para o departamento responsável pela administração desses importantes e valiosíssimos ativos para fins culturais pela empresa MRS Logística afim de propor o APROVEITAMENTO VIABILÍSSIMO e a PRESERVAÇÃO desses importantes MARCOS HISTÓRICOS AINDA PRESENTES entre nós.

Há de fato duas associações de preservação ferroviária. Os contatos são estes:
[ANPF – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA. Web site: http://www.anpf.com.br – E-mail: anpf@anpf.com.br -
Praça Expedicionários n.º 88 – Sabaúna
Mogi das Cruzes–SP CEP 08850-050
Fone 55 11 4761-9114 Fax 55 11 4761-9114]
[ABPF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA. Web site: http://www.abpf.org.br ou http://www.abpfsp.com.br/ – E-mail: http://www.abpf.org.br/contatos.htm ou mariafumacasp@bol.com.br.

A ABPF já realizou muitas restaurações importantes, inclusive de locomotivas elétricas. Contate-os e eles lhe(s) assessorarão no manejo desses ativos para que continuem preservados ao mesmo tempo que a MRS tem a via liberada. Outro fator importante é que a ambas já tiveram apoio da MRS, então é inaceitável deixar que essas lindas locomotivas caiam nas mãos de donos sem escrúpulos de empresas de sucatas.

Conheça o trabalho dessa associação que parece-me não contar com ajuda governamental desde o fim da RFFSA. Ao buscar por arquivos relacionados à RFFSA e ABPF, os senhores poderão fazer uma GRANDE BOA AÇÃO em ceder esses ativos à ABPF e ainda poderão mostrar essa doação à mídia. O trabalho será “APLAUDIDO!” De verdade.

...............................ANTES ................................................................DEPOIS
AntesDepois
AntesDepois

    Participação Ativa na Comissão Pró Paranapiacaba juntamente com a RFFSA, Secretária da Cultura, Emplassa, Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santo André e Prefeitura Municipal de Santo André.

  • Estreita colaboração com a Rede Ferroviária Federal S.A., no plano de restauração e recuperação do Sistema Funicular da Serra do Mar, em Santo André-SP na serra de Paranapiacaba . Esse sistema funicular único no mundo, foi operado pela ABPF, por vários anos. Com o processo de privatização da RFFSA, a operação do Funicular foi suspenso.

  • Organização de excursões e viagens de estudos a locais de interesse, abertas ao público.

  • Organização de grande biblioteca contendo livros, documentos e fotografias relativas a história e a técnica ferroviária no Brasil e do exterior, localizado na sede nacional da Associação em Campinas.

  • Promoção de palestras, conferências e sessões cinematográficas com temas ferroviários.

  • Promoção de publicações diversas.

  • Campanha permanente de promoção do patrimônio histórico ferroviário brasileiro.

  • Interfiliação com diversas entidades internacionais, correspondentes nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Japão, Austrália, Argentina, Uruguai e Chile.

  • Convite para participação na comissão do Ministério da Cultura para a política de preservação ferroviária no Brasil.

  • Convênio firmado com a RFFSA e PROFAC (programa Ferroviário de Ação Cultural), para a implantação de várias atrações em Centros Culturais Ferroviários, onde 3 já funcionam sendo em Barbacena-MG, Itacuruça-RJ e Santos Dumont - MG.

  • Convênio firmado com RFFSA, CBTU, Prefeitura do Rio de Janeiro e Magé e CVRD ( Cia Vale do Rio Doce) para a recuperação e implantação de um trem turístico a vapor na Estrada de Ferro Mauá a primeira ferrovia do Brasil.

  • Convênios com a RFFSA, com vários termos Aditivos para a preservação de materiais e estações.

  • Contrato com a Estrada de Ferro Campos do Jordão para a implantação de trem com tração a vapor, na parte plana da Estrada, bem como treinamento para operação de locomotiva a vapor, nos anos de 1993 e 1994.

  • Convênio com a Secretária de Cultura do Estado de São Paulo, onde cedeu uma locomotiva a vapor para exposição no Museu da Imigração.

  • Implantação do trem turístico a vapor na cidade de Cruzeiro (SP), até Rufino de Almeida, em parceria com a Prefeitura de Cruzeiro e RFFSA.

  • Implantação do trem turístico a vapor na cidade de Rio Negrinho-SC, onde a ABPF já possui 5 locomotivas e mais de 30 carros de passageiros, atendendo todo o estado de Santa Catarina em conjunto com a atual Ferrovia Sul Atlântica - FSA ( ex-RFFSA) e denominada de Ferrovia das Cachoeiras.

  • Firmou convênio com a RFFSA que era e ainda é a maior colaboradora na preservação do patrimônio histórico ferroviário, principalmente no que se refere a locomotiva a vapor e carros de passageiros de madeira.

  • Cedeu a locomotiva nº 1424, da antiga E. F. Central do Brasil e quatro carros de passageiros, em madeira, para formar o Trem Presidencial, realizado em 4 de julho de 1997, por ocasião da inauguração do contorno ferroviário da cidade de Curvelo (MG). A operação, bem como a manutenção, ficaram também sob sua responsabilidade.

  • Implantação do trem turístico a vapor em São Lourenço à Soledade de Minas - MG, o trem das águas, trecho com grande sucesso, num percurso de 10km. Operado pela ABPF em conjunto com a Prefeitura de São Lourenço.

  • Trabalhando com o apoio de seus 2000 membros espalhados entre as 08 regionais da Associação, e de diversas entidades governamentais e empresas particulares, a ABPF tem conseguido contribuir para o conhecimento da história da nossa sociedade e cultura, bem como das técnicas e tradições nacionais ligadas ao setor ferroviário, promovendo a formação de uma consciência preservadora, fruto da compreensão do valor do patrimônio cultural em geral e do patrimônio ferroviário em particular, gerando uma atuação ampla e coletiva.

Conto com a sua sensibilidade e amor à história da Pátria.

Com melhores considerações,

Cristiano Arruda
Campo Grande, MS.

Sent: Wednesday, March 30, 2011 5:38 PM
Subject: Re: A CULTURA DO DES-GOVERNO DILMA
Prezado senhor Cristiano,

Ouso acrescentar algo à frase utilizada em aspas por vossa senhoria. Eu diria que um país vazio de orgulho seria justamente aquele formado por cidadãos que não conhecem sua história, sua memória. Não acredito ser esse o nosso caso. O escritor português José Saramago escreveu: "Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos. Sem memória não existimos e sem responsabilidade, talvez, não mereçamos existir". Será que não devemos ser mesmo as duas coisas - memória e responsabilidade juntas e inseparáveis?

Com todo respeito a suas opiniões pessoais, no caso em tela elas não fazem justiça à memória, nem à história recente do Brasil. Haja vista que a privatização da malha ferroviária brasileira aconteceu em 1996/1997, portanto não era um governo comunista que, aliás, ainda é inédito no Brasil. Mesmo porque, no comunismo espera-se exatamente o contrário: a estatização.
O fato é que com a privatização, tudo o que era feito por empresas estatais (RFFSA, FEPASA...) passou para empresas privadas que compraram o direito de uso da malha de 28 quilômetros de extensão por 25 anos. Ao mesmo tempo, a RFFSA - Rede Ferroviária Federal SA entrou em processo de extinção. Seus bens, por meio da Lei 11.483 de 31/05/07, estão sendo transferidos ao DNIT. À medida que recebe os bens inventariados pela RFFSA, esta Autarquia, de acordo com o Parágrafo Único, Inciso V do Artigo 3º do Decreto nº 99.658 de 30/10/90, os incorpora a seu patrimônio e os classifica como bens:
"a) Ociosos – quando, embora em perfeita condições de uso, não estiverem sendo aproveitados”;
“b) Recuperáveis – quando sua recuperação for possível e orçar, no âmbito, a cinqüenta por cento de seu valor de mercado;”
“c) Antieconômicos – quando sua manutenção for onerosa, ou de rendimento precário, em virtude de uso prolongado, desgaste prematuro ou obsoletismo;”
“d) Irrecuperáveis – quando não mais puder ser utilizado para o fim a que se destina devido a perda de suas características ou em razão da inviabilidade econômica de sua recuperação.”

Baseado em tal classificação, é feita uma cotação dos valores de cada bem que pode, então, ser incluído em leilão oficial. Até o momento não houve leilão de qualquer bem. Há a previsão de se lançar nos próximos dias o primeiro leilão para bens inservíveis ou irrecuperáveis.

Quanto às locomotivas elétricas, não existe "corte de locomotivas". O destino delas será definido a partir de cotação de preços, inclusive fora do Brasil, com o objetivo de obter o melhor negócio para aquelas que não receberem interesse de empresas brasileiras.

A propósito, os leilões, que serão divulgados no Diário Oficial da União e jornais de circulação nacional, serão públicos. Todos os interessados nos bens podem participar.

Atenciosamente,

Evandro Alvarenga - Ascom/DNIT


----- Original Message -----
From: Cristiano
To: imprensa@dnit.gov.br
Sent: Wednesday, March 30, 2011 3:15 PM
Subject: A CULTURA DO DES-GOVERNO DILMA


TEMOS DE IMPEDIR QUE A COMUNISTA COM SEUS LACAIOS DA ROUBALHEIRA ACABEM COM ESSES VESTÍGIOS AINDA COM CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DA HISTÓRIA FERROVIÁRIA E DE CRESCIMENTO DO BRASIL! “UM PAÍS VAZIO DE ORGULHO, SERÁ UM VEXAME TOTAL NA COPA, MOSTRARÁ AO MUNDO A SUA MENTALIDADE AUTO-DESTRUTIVA, SEM PASSADO DIGNO, SEM CULTURA, SEM FUTURO VÁLIDO PARA QUALQUER SER HUMANO FIEL A DEUS!”

CRISTIANO
www.hobbytrem.blogspot.com

From: Romulo Roberto Sousa
Sent: Wednesday, March 30, 2011 1:08 PM
To: Alberto Del Bianco ; rafael correa ; Rafael ; Rubens Ueda ; Ricardo Pi Fozzati ; Joel São Jose do rio Preto ; Rogerio Cordeiro Santo André ; Ricardinho Busão ; José Rodrigues Rio de Janeiro ; Rogério Menandro ; Rodrigo Cabredo Água Branca SP ; Ricardo Melone ; Ricardo da Rocha ; Ricardo Bagnato de Bauru ; Alessandro Calloni ; Alexandre Almeida ; Alex Leão ; Agenor ; Alex Ibrahim ; Agenor trem e modelismo ; André Benetti ; Carlos Almeida Carapicuíba ; Tiago Augusto ; Marco Antônio ; ferisiro USP ; denis Fepasa ; Fernando Loffredo ; GERSON FARIA ; Marcos Guimarães Minas Gerais ; fernando traldi ; Felicio Simão ; Bernard Mercier ; João Bento ; Luciano Marcassa Bebedouro SP ; Junior Jurberto ; Cristiano Cunha ; Daniel Torres Campinas ; Cristiano MS Hobbytrem ; Cristiano Caminhão ; Thomas Correa ; Jose Dantas ; José Luis Segismundo ; joseluiz@novotemposeguros.com.br ; Zé Carlos Marceneiro ; Vanderlei Zago Campinas ; Marcos Zeitune ; Vagner Parana de godoi ; João Paulo Policia ; Fabio Cogo Piracicaba ; Carlão do Decal ; Jaques ; paulorosinha@gmail.com ; stenio_efs@terra.com.br ; Marlus Cintra Santos ; Salles ; Mateus Souza ; Thiago Moraes ; oficinasalomao@terra.com.br ; Oswaldo Delegado ; Dr. Nelson Donatangelo



Pessoal boa tarde, venho cominicar a todos minha grande tristeza em saber que os dias das Três últimas "English Elétrics" estão com os dias contados, fui informado que o DNIT que tem a guarda dessas locomotivas já á liberaram para o corte, e mais uma vez assistimos a isso sendo que ninguem tente fazer nada além de se lamentar, estou enviando esse E-mail, para unirmos forças e tentarmos salvar pelo menos uma locomotiva, para quem sabe um dia possa existir a chance ser reformada por que depois de cortadas aí não tem mais nada a ser feito, portanto se alguem tiver alguma ideía, sugestão, que alguma Associação possa receber uma máquina ou algum conhecimento com alguem do DNIT ou político que possa intervir nesse assunto para tentar mudar essa situação, Vamos lutar pela a preservação e evitar a extinção de um modelo de locomotiva tão expressiva como foram as English eletric, que comessaram a rodar nas linha da Santos Jundiaí na decada de 50, puxando trens de carga e de passageiros e hoje estão abandonadas na oficina da Luz, do total de 16 locomotiva só restaram 3, e em breve só restaram as fotos.
Em anexo as fotos mostra as Três locomotivas na espera do corte, as V-8 por enquanto estão salvas, portanto vamos vazer algo para mudar o final desta história, lembro a todos que eu não estou a frente de nenhuma organização, só sou um apaixonado por trem que não se conforma com a maneira que a nossa hitoria ferroviaria é tratada...
Caso nada disto dê certo, terei a minha conciência limpa, porque pelo menos tentei...
repassem este e-mail para quem quiser, obrigado.

Rômulo de Sousa.

segunda-feira, 21 de março de 2011

A VERDADE E A RIQUEZA QUE VOCÊ NUNCA OBTERÁ NA ESCOLA... MUITO MENOS NAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS!!!!!!!!!!


Autores desconhecidos

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 17 de março de 2011

A coisa vai-se tornando moda no Brasil: quando não têm mais nada a alegar contra mim, os engraçadinhos apelam ao mais extravagante dos argumentos suicidas, reclamando que cito "autores desconhecidos e obscuros. Essa ostensiva proclamação de superioridade da ignorância sobre o conhecimento parece muito persuasiva àqueles que a emitem, graças à aprovação que recebem de alguns de seus ouvintes, praticantes, como eles, da mais severa abstinência bibliográfica.

Fatos dessa ordem bastariam para explicar por que o deputado Tiririca é o presidente da Comissão de Cultura da Câmara Federal e por que a instituição universitária supostamente mais qualificada que existe neste país está em 232º. lugar na escala das melhores universidades do mundo, abaixo de suas congêneres da Coréia do Sul, da Tailândia, da Indonésia, de Singapura, da Índia, do México e de Taiwan.

A hipótese de que ante a citação de uma obra desconhecida o leitor devesse tratar de conhecê-la é coisa que jamais passa pela cabeça dos enfezadinhos. Compreendo isso perfeitamente. Uma vez, quando disse aos alunos do curso de Administração Pública da PUC do Paraná que um estudioso sério tinha a obrigação de ler anualmente pelo menos oitenta livros da sua especialidade, fui recebido com protestos inflamados contra tão opressiva e tirânica exigência. Os infelizes voltavam-se uns para os outros, com olhos esbugalhados, e repetiam incrédulos: "Oiteeeeeeeeenta?"

A alegação evidencia também que os referidos não compreendem a citação de autores como indicação de fontes a ser verificadas, mas apenas como argumentum auctoritatis, captação de apoio em figuras de prestígio. Para esse fim, naturalmente, seria preciso citar apenas autores badalados pela mídia popular, nivelando o meu discurso ao da intelligentzia jornalística mediana, com o agravante de que no Brasil a média está muito abaixo do padrão internacional. Mas decerto não é esse o propósito com que faço citações, como qualquer pessoa de alguma cultura deve percebê-lo à primeira vista e como aliás, por caridade para com os mais burrinhos, já tornei até explícito numa nota de "O Jardim das Aflições".

Mas, materialmente, o conteúdo da reclamação não é falso. Leio e cito os autores pelo que dizem, não pelo que os outros dizem deles. Jamais me passou pela cabeça que devesse agir de outra maneira. Foi confiando cegamente na autoridade de seus pares que o "especialista em Brasil" do Council on Foreign Relations, Kenneth Maxwell, acabou jurando que o Foro de São Paulo não existia. Prefiro antes irritar um público de ignorantes presunçosos do que cometer um vexame desse calibre. Afinal, até agora praticamente tudo o que eu disse de mais irritante acabou se confirmando em prazo bem razoável -- e muito do que descobri foi devido ao meu hábito, ou dever cumprido, de prestar atenção tanto aos autores popularmente incensados quanto aos modestos, obscuros ou indevidamente ignorados.

Os "autores desconhecidos" que cito classificam-se nas seguintes categorias:

1) Grandes filósofos, aplaudidos internacionalmente, mas desconhecidos no Brasil e introduzidos no debate público brasileiro por minha própria iniciativa. Tal é o caso de Eric Voegelin, Bernard Lonergan, Xavier Zubiri, Eugen Rosenstock-Huessy, Constantin Noica, Lucien Blaga e muitos outros, sem contar até autores nacionais que o Brasil ignorava, como Mário Ferreira dos Santos. Em vez de me agradecer por lhes revelar esses tesouros, os desgraçados ficam se roendo de despeito como a raposa ante as uvas da fábula ou tratam de sair opinando a respeito com a desenvoltura verbal e cênica de quem conhecesse esses autores desde muitos carnavais -- performance que, admito, requer algum talento, como já expliquei num artigo de 1999 (v. http://www.olavodecarvalho.org/textos/bicho.htm).

2) Pesquisadores universitários respeitados num círculo de especialistas, mas pouco acessíveis ao público em geral, mesmo fora do Brasil. É até curioso que se levante contra eles a pecha de "desconhecidos", porque seus trabalhos pertencem ao tipo mesmo da bibliografia que normalmente aparece em teses universitárias. Acompanhar esses trabalhos é dever estrito de qualquer estudioso profissional. O fato de que sua citação cause espanto mostra que o meio universitário brasileiro perdeu completamente de vista suas mais elementares obrigações -- motivo pelo qual, aliás, as teses produzidas pelas nossas universidades vão cada vez mais desaparecendo da bibliografia internacional.

3) Autores que tiveram ampla audiência em outras épocas, alguns até mesmo no Brasil, mas que foram injustamente esquecidos. É o caso de Émile Boutroux, Felix Ravaisson, M. Stanton Evans, Ivan Illitch, Arthur Koestler e muitos outros. Pessoas que imaginam que o mundo começou na data do seu nascimento não podem mesmo saber do que aí estou falando. Sua estranheza é a do caipira que imagina que no resto do mundo não há nada que não exista na cidadezinha onde passou a infância.

4) Autores de pouco relevo, mas cujo testemunho deve ser trazido à cena para a exata compreensão dos fatos que exponho. Sob esse aspecto, qualquer exigência de fama e prestígio é totalmente descabida, porque esses autores são convocados como testemunhas e exemplos, não como autoridades para apadrinhar minhas opiniões.

É verdade, pois, que cito "autores desconhecidos". Ingenuamente, sempre imaginei que fosse obrigação do intelectual buscar a verdade onde ela estivesse e descobrir, de preferência, algo que seus leitores não sabiam. Vejo agora que, no entender daqueles ranhetas, meu dever seria o de copiar opiniões já fartamente noticiadas e repeti-las com ares de quem dissesse grande novidade.

Vivendo e aprendendo.


sexta-feira, 18 de março de 2011

PROGRAMA TRUE OUTSPEAK DO DIA 16 DE MARÇO DE 2011

O servidor Blogtalk Radio está com problemas para emitir as correntes de áudio (audio streams), no entanto o Professor e Filósofo Olavo de Carvalho está gravando os programas para o canal do jornal Mídia Sem Máscara no Youtube. O vídeo traz informações sobre cursos de Metafísica e Latim.

quinta-feira, 17 de março de 2011

LIVRO SECRETO CONTA TODA A LUTA ARMADA NO BRASIL!


SÁB, 22 DE AGOSTO DE 2009 13:42
orvil130110a
Agência Amazônia obtém cópia de obra sobre a ação das esquerdas no Brasil


CHICO ARAÚJO
chicoaraujo@agenciaamazonia.com.br


BRASÍLIA – A Agência Amazônia obteve uma cópia de um livro sigiloso – batizado de Projeto Orvil (palavra Livro escrita ao contrário) – produzido pelas Forças Armadas sobre a luta armada no Brasil. São 953 páginas e 1,7 mil pessoas citadas. Ao final desta página, o leitor poderá ler e baixar a íntegra do livro (em formato pdf).

A obra – nunca publicada – contém relatos, documentos, fotografias e depoimentos que detalham o movimento de esquerda no País durante o regime militar (1964-1985). São histórias de assassinatos, assaltos e seqüestros, entre outras atrocidades praticadas durante esse período, e que são contadas em minúcias pelos serviços secretos brasileiros. Ministros do governo Lula são citados no livro.


Escrito a pedido do general Leônidas Pires Gonçalves, ministro do Exército no governo Sarney, o livro foi engavetado em 1988. A idéia dos militares era usar o livro quando necessário. "Eu disse ao (José) Sarney: 'Eu fiz esse livro. É uma arma que eu tenho na mão'.", disse recentemente Leônidas ao Correio Braziliense.

Na entrevista, o general conta que, na condição de ministro do Exército, se reuniu com o presidente da República para discutir o que fazer com a versão oficial dos militares para a luta armada que o serviço secreto do Exército acabara de concluir. "Falei para o Sarney que não ia publicar o livro. Para que criar um problema que não existe?", recorda Leônidas. "Esse livro", concluiu o general na conversa com o presidente, "fica como um documento, que nós (militares) podemos ter a necessidade (de divulgar) no futuro." De acordo com Leônidas, Sarney concordou e ambos deram o caso por encerrado.

Por se tratar de um documento histórico, a Agência Amazônia decidiu publicar o texto do Projeto Orvil na íntegra. E qual o sentido a divulgação? Para que as gerações atuais e futuras conheçam mais a fundo alguns ricos detalhes da história recente do Brasil.


Cronologia do projeto Orvil

1985
José Sarney toma posse na Presidência, pondo fim a 21 anos de ditadura militar. No mesmo ano, a Arquidiocese de São Paulo lança o livro Brasil: nunca mais, com relatos de tortura e assassinato de presos políticos ocorridos durante o regime militar.

1986
Para responder ao Brasil: nunca mais, o ministro Leônidas Pires (Exército) manda o serviço secreto da Força produzir um livro com a versão dos militares para a luta armada. Inicia-se assim o Projeto Orvil (a palavra livro ao contrário).

1988
O livro do Exército fica pronto e é batizado com o título As tentativas de tomada do poder. Leônidas (foto), contudo, volta atrás e decide não publicá-lo. O documento então passa a circular entre militares da reserva rebatizado de Livro negro do terrorismo no Brasil.

2000
Integrantes do grupo de extrema direita Terrorismo Nunca Mais (Ternuma), que reúne militares e civis, têm acesso ao livro e colocam na internet cerca de 40 páginas da obra. Não informam, porém, a origem dos textos.
(Correção: não existe extrema direita, ou é direita ou não é... isso é só para dar impressão de que as pessoas são radicais piores que os radicais de esquerda).

Clique aqui para ler a íntegra do Projeto Orvil

FORMATO PDF

quarta-feira, 16 de março de 2011

PORQUE "RESPEITAR" OS TRENS

Os trens são transportes que fazem sobre a terra o mesmo trabalho que os navios fazem sobre o mar que é transportar de uma só vez uma gigantesca quantidade de produtos e isso implica em negociar com a força da gravidade que gera outra força sobre a auto-propulsão desses transportes que é a inércia que é a tendência dos corpos manterem se deslocando em direção constante que sempre é maior do que a força de atrito que pode fazê-los parar. Por isso que é tão difícil parar um trem. Até mesmo um automóvel é difícil de parar no mesmo instante, uns percorrem até mais de 30 metros para parar. Trens modernos ou recondicionados com sistemas de frenagem mais eficientes conseguem parar em 100-150 metros. Trens que correm acima de 120 Km/h param em 300 metros. Trens que correm a mais de 160 Km/ podem parar em até 800 m ou 1 Km! Mesmo em vias mal sinalizadas, temos o dever de usarmos a nossa inteligência e não a nossa ignorância e assim parar para verificar se algum trem está por vir. Quando uma administração pública e a administração de uma ferrovia fazem acordo de ambas as vias se cruzarem, é uma obrigação por questão de sobrevivência o ocupante ou os ocupantes do transporte mais leve parar e esperar se a via está livre de outro transporte muito mais pesado passar. Assim fazemos nas vias de rolagem quando avistamos um camião pick-up, ou um camião grande e um ônibus. O maior sempre será mais difícil de parar, então damos preferência à passagem do transporte maior. Então quando pensamos que vamos desafiar a lógica da probabilidade e avançamos uma ferrovia mesmo de pouco movimento pensando que eu vou me dar bem porque eu sei que nenhum trem vai passar aqui, nós estamos sendo imbecis e atrevidos contra nós mesmos e não contra os trens. Por isso hoje eu vim deixar estes vídeos para vocês conhecerem alguns casos de acidentes em passagens de nível que aconteceram nos Estados Unidos. Peço-lhes que não façam piadas sobre as imagens e os fatos. Este post é de caráter educativo.

Um forte abraço,

Cristiano

Motorista de um Ford Fusion ultrapassou pick-up para cruzar a ferrovia que estava bloqueada por cancelas que funcionavam perfeitamente e o maquinista estava a buzinar devidamente. Todos os ocupantes do carro morreram instantaneamente. Notem que as macas da ambulância não foram usadas porque os corpos ficaram mutilados (cenas omitidas), ficando o trabalho de resgate ao IML.

Senhora perdeu os sentidos pensando que onde ela estava era a entrada de uma rua que ela costumava a pegar. O carro ficou entre os trilhos e ela não conseguia tirá-lo de lá. A senhora fora socorrida por transeuntes. Não façam piada disso. Em várias cidades americanas os estacionamentos de alumas vias ficam no mesmo nível dos cruzamentos e quando as cancelas estão levantadas à noite, pessoas com problemas de foco não percebem que por lá passa uma ferrovia e confundem os finais dos estacionamentos com esquinas. Por sorte o maquinista percebeu a presença do carro e conseguiu
frear o trem de maneira majestosa. Mesmo assim o carro foi pego.

Um dos motivos de atrasos nas operações ferroviárias são os deers (tipos de veados parecidos com renas) que não têm bom senso de sobrevivência. Enquanto no meio dos trilhos, eles continuam a escapar mas sem sair deles. Vida de maquinista não é fácil. Tensão constante!

O inimaginável aconteceu. Uma filha-de-uma-puta sai do estacionamento dirigindo uma van com duas crianças e emparelha o carro para correr mais que o trem para chegar à saída do supermercado e passar pela passagem de nível antes Dele. Só que a ferrovia é dupla e ela não viu o trem da Amtrak vindo em sentido contrário que bateu na van e jogou-a contra a frente da locomotiva do trem que ela tinha conseguido passar da velocidade dele. Nem Spielberg teria tal imaginação fétida!

Mais um show de estupidez das autoridades. Um homem pega um atalho co passagem de nível legal (autorizada) porém sem sinalização, todavia, qualquer idiota sabe que por onde passa uma ferrovia suburbana de trens de alta velocidade é obrigatório parar. O homem estava indo ao aniversário do filho e passou direto e o trem suburbano de alta velocidade o matou. No entanto as autoridades iriam investigar a velocidade na qual o trem estava e quantas vezes o maquinista buzinou. Ora. Quer dizer que naquele ponto cuja passagem de nível embora legal era mais um atalho para vias de serviço, o trem tinha de praticamente parar para o maquinista ver se podia cruzar ou havia algum radar de velocidade que impediria o maquinista de cruzar a passagem de nível acima de 20 Km/h? Impossível ter paciência.

Ciclista enfrentando trem... ainda existem pessoas mais idiotas do que o Chapolim Colorado!

Isso que eu chamo de jogar ... não no ventilador, mas no trem!

SE BEBER, NÃO DIRIJA... E NEM PASSE PERTO DE UMA FERROVIA!

terça-feira, 8 de março de 2011

ENGATES KADEE EM VAGÕES FRATESCHI


Este post vai para os ferromodelistas novatos que já têm alguma noção de aperfeiçoamento de detalhes de vagões com base nos produtos Americanos mostrados em revistas, web sites de lojas Brasileiras, estrangeiras além dos e-shops no Mercado Livre e outros, mas que têrm dúvidas sobre como aumentar o realismo de seus vagões de forma tão fácil. Há alguns anos eu comprei um vagão FHD ALL. O vagão é bem detalhado ao nível dos vagões da Accurail que possuem detalhes moldados no corpo com boa profundidade de detalhes o que dá impressão de alguns serem aplicados. No entanto as rodas com flanges em padrão NEM "antigo" (o padrão atual tem flanges próximas do padrão NMRA) e rodas que considero um pouco grandes para o padrão visto aqui onde a bitola é de 1 metro o que permite o apoio dos chassis sobre os truques serem baixos porque os truques são estreitos, assim eles não tocam nas caixas de saída de grãos, então usei umas rodas Americanas que são 1 mm mais baixas para dar um visual mais baixo ao vagão. A Frateschi fez bem em basear o projeto no padrão de bitola larga que tem base mais alta o que deixa o vagão estranho a quem olhar, mas na vida real ele é assim mesmo. No entanto eu gostaria que a Frateschi fizesse a versão alongada desse vagão, venderia ainda mais, as duas versões coexistem também em ferrovias de bitola estreita.

Detalhe da montagem rente ao topo do chassis.

Detalhe do engate montado na parte inferior do chassis (dica a seguir).

Eu já tinha comprado os engates Kadee no ato de compra do vagão e decidi instalá-los. O encaixe da Frateschi parece perfeito à primeira vista, tudo funcionou bem, no entanto, um erro de projeto que fez os engates ficarem uns 2 mm abaixo do nível das locomotivas Americanas "made-in-China" que tenho. Nas fotos acima vocês vêem a diferença. As caixas de engates nos vagões Americanos ficam numa posição que deixa os engates no nível correto, isso é, as hastes ou braços dos engates ficam rentes ao nível superior dos chassis como na vida real, o que chamamos de proporção em escala. Daí eu percebi que eu devia ter comprado engates posicionados sobre as hastes ou braços como dizemos para que eles ficassem na posição padrão, mas esses engates são difíceis de encontrar no Brasil. Então eu recomendo a vocês três dicas:

1) os engates Kadee tipo 40 Series Magne-Matic(R) Couplers mas de braços médios ou curtos ou;

2) usar engates da Bachamann ou McHenry e cortar os encaixes das caixas de engates e colar as hastes ou braços dos engates dentro do túnel do chassis de cada vagão. Para isso eu recomendarei a cola Araldite instantânea, ou se vocês forem mais pacientes, usar a Araldite comum (24 horas) que tem melhor resistência. Daí os engates ficarão muito bem posicionados como nos vagões reais, na altura dos túneis dos chassis.

3) mas deixo por último a opção mais drástica, barata e precisa. Remova o piso do vagão. Use um alicate de cutícula e recorte a parte do chassis que dá suporte aos engates tipo Kadee após marcá-los com caneta ou grafite ou ponta de chave de fenda bem fina ou mesmo estilete. Comece a cortar o plástico com o alicate e depois lixe o apoio recortado. Corte o parafuso da caixa do engate em 2 mm e assim que começar a aplicar o parafuso, aplique um pingo de SuperBonder porque o parafuso tende a ficar frouxo devido á remoção do calço do engate que deixava-o baixo. Aplique a caixa de encate com o engate montado e feito. O engate ficará na altura correta.

Eu postei um vídeo mostrando todo o trabalho.

Esta é a foto do vagão antes de eu fazer a alteração.