quarta-feira, 30 de março de 2011

AUTOR DESTE BLOG COM VOCÊS EM DEFESA DAS LOCOMOTIVAS DE ALTÍSSIMO VALOR HISTÓRICO DO BRASIL!!!!!!!!!!!

Prezados Leitores:

Tomei atitude em defesa do VALIOSO PATRIMÔNIO FERROVIÁRIO NACIONAL que está prestes a ser catalogado para LEILÃO E """""CORTE""""", ISSO MESMO!!!!!: MAÇARICO!!!!!

Vamos começar a perturbar o DNIT e a MRS para que as remanescentes locomotivas elétricas Pimentinha e V-8 que estão ainda em bom estado ao lado das oficinas da Luz apesar das entempéries, SEJAM REPASSADAS ÀS ENTIDADES DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA para que esses marcos históricos do progresso mundial e nacional continuem presentes não só nas memórias, mas perantes os olhos de dezenas de gerações que virão!

Leiam o texto e repassem se quiserem.

Um abraço,

Cristiano
blog Hobby Trem

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Sr. Evandro Alvarenga:

Antes de tudo, o texto principal está abaixo e em cor azul. Desculpe-me se tive a impressão que na sua mensagem o senhor teve uma atitude aparentemente partidária em escrever que as locomotivas serão avaliadas para depois serem leiloadas. Sabemos que quem tiver mais capital para comprá-las no leilão fará o que bem entender como temos visto com as locomotivas da antiga Fepasa. Não houve foco na vontade de muitos de preservá-las mas sim fazer parceria no trabalho sujo de quem explora as ferrovias para obter lucro e não usar parte dos lucros para preservar parte desse material que não é um material qualquer sem qualidade e sem valor. E o senhor não deixou vestígio de obrigação de preservação da parte do novo comprador. Então é impossível garantir o “não corte” delas se em nenhum caso o DNIT visa a obrigação de PRESERVAÇÃO para promoção de manutenção histórica de bens que são provas da história da evolução dos transportes do Brasil. E essas locomotivas embora estejam nos estados de “Ócio” e “Anti-Econômico”, elas são “Recuperáveis Para Fins de Preservação da Memória Ferroviária”, e digo mais, para manter intactos marcos da evolução dos transportes do Brasil. Eu posso afirmar que se o governo estivesse sob gerência de outro grupo partidário (partido político), parceiros de ideologia já estariam em moção com a estrutura da mídia partidária para fazer um protesto e denunciar o presidente de então pela tamanha responsabilidade e atacar o capitalismo como culpa do descaso sendo que descaso não depende nem de comunismo nem de capitalismo, depende da moral de quem tem o dever de gerir bem. Então deixo a mensagem formal para ser encaminhada ao Diretor do DNIT. A respeito do senhor ter dito que nós não vivemos num regime comunista, depois tratarei disso numa mensagem em separado porque num país de líderes decentes e mantenedores decentes (lê-se Forças Armadas), não se permitiria que líderes de partidos políticos envolvidos diretamente com apoio logístico e judicial em favor das FARC, ficariam no poder. Para se estabelecer o comunismo não precisa-se avisar, basta fazê-lo através de muitos meios sórdidos. Não preciso ir mais além. Voltamos ao assunto das locomotivas. Abaixo deixo a mensagem que o senhor poderá copiar aos seus superiores sem medo.

***

"VIABILIDADE E SOLICITAÇÃO DE PRESERVAÇÃO DE ATIVOS FERROVIÁRIOS DE VALOR HISTÓRICO"

Sr. Evandro Alvarenga:

Tendo notícia através de uma mídia impressa de que as locomotivas elétricas conhecidas como English Electric Pimentinha e General Electric EP-4 popularmente conhecida como V-8, estão deixadas ao relento nos trilhos das oficinas ferroviárias do bairro da Luz, possivelmente sob tutela da MRS Logística, empresa operadora de ferrovias de transporte de cargas sobre bitola larga entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, tive a preocupação de comunicá-los que essas locomotivas embora aparentemente anti-econômicas e estando ociosas, elas tanto representam e têm um valor histórico imenso porque são os únicos exemplares existentes no mundo em condições de fácil recuperação e uso por entidade cultural competente existente em Solo Brasileiro a ABPF – Associação Brasileira de Preservação Ferroviária, entidade sem fins lucrativos que através de seus participantes recolhem fundos para realizar restauração de material ferroviário antigo porém importante para que fiquem como referências digamos “vivas” e não apenas vultos históricos. A MRS Logística como qualquer outra operadora de ferrovias do Brasil, deve ter assinado o mesmo termo que implica na promoção da preservação de ativos de valor histórico que foram adquiridos pela então controladora estatal RFFSA (Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima) e as locomotivas de alimentação elétrica de origem Inglesa English Electric apelidadas de Pimentinhas e as de origem Americana as General Electric EP-4 apelidadas de V-8 pelos ferroviários, são bens de alto valor histórico, valor tão alto que marcam a evolução da indústria ferroviária “mundial” e o início do processo de evolução logística da República Federativa do Brasil. Por isso antes de fazerem parte de um erro que antes era cometido apenas pelas empresas ferroviárias que é de participar com permissão cedida à MRS Logística em faturar dinheiro vendendo tais bens de tamanha importância histórica do País e do Mundo serem sucateados, depenados e ainda faturar com tamanha destruição da história acima citada ainda presente nessas importantes locomotivas, que FAÇA-SE VALER O CUMPRIMENTO DA LEI DE PRESERVAÇÃO DE MATERIAL FERROVIÁRIO DE IMPORTÂNCIA HISTÓRICA como são os imóveis como as estações históricas, tendo em vista A EXISTÊNCIA DE ENTIDADE CIVIL SEM FINS LUCRATIVOS DE PROMOÇÃO DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA com seus trabalhos largamente conhecidos por preservadores ferroviários, entusiastas, redes de televisão que já contrataram os serviços da mesma para tematização de obras audiovisuais, e manutenção de trechos abandonados de ferrovias para manter em funcionamento, conhecimento e enriquecimento cultural e geração de recursos para manutenção e restauração desses ativos de importância histórica de maneira “AUTO-SUSTENTÁVEL”, a A.B.P.F.: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA, fazendo-se então, de maneira efetiva e não onerosa ao GOVERNO FEDERAL nem à Operadora Ferroviária MRS LOGÍSTICA, o repasse desses ativos de valor histórico valioso para as gerações atuais e as centenas de gerações a surgir neste País. Deixo o contato da Associação para os senhores e para o departamento responsável pela administração desses importantes e valiosíssimos ativos para fins culturais pela empresa MRS Logística afim de propor o APROVEITAMENTO VIABILÍSSIMO e a PRESERVAÇÃO desses importantes MARCOS HISTÓRICOS AINDA PRESENTES entre nós.

Há de fato duas associações de preservação ferroviária. Os contatos são estes:
[ANPF – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA. Web site: http://www.anpf.com.br – E-mail: anpf@anpf.com.br -
Praça Expedicionários n.º 88 – Sabaúna
Mogi das Cruzes–SP CEP 08850-050
Fone 55 11 4761-9114 Fax 55 11 4761-9114]
[ABPF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRESERVAÇÃO FERROVIÁRIA. Web site: http://www.abpf.org.br ou http://www.abpfsp.com.br/ – E-mail: http://www.abpf.org.br/contatos.htm ou mariafumacasp@bol.com.br.

A ABPF já realizou muitas restaurações importantes, inclusive de locomotivas elétricas. Contate-os e eles lhe(s) assessorarão no manejo desses ativos para que continuem preservados ao mesmo tempo que a MRS tem a via liberada. Outro fator importante é que a ambas já tiveram apoio da MRS, então é inaceitável deixar que essas lindas locomotivas caiam nas mãos de donos sem escrúpulos de empresas de sucatas.

Conheça o trabalho dessa associação que parece-me não contar com ajuda governamental desde o fim da RFFSA. Ao buscar por arquivos relacionados à RFFSA e ABPF, os senhores poderão fazer uma GRANDE BOA AÇÃO em ceder esses ativos à ABPF e ainda poderão mostrar essa doação à mídia. O trabalho será “APLAUDIDO!” De verdade.

...............................ANTES ................................................................DEPOIS
AntesDepois
AntesDepois

    Participação Ativa na Comissão Pró Paranapiacaba juntamente com a RFFSA, Secretária da Cultura, Emplassa, Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santo André e Prefeitura Municipal de Santo André.

  • Estreita colaboração com a Rede Ferroviária Federal S.A., no plano de restauração e recuperação do Sistema Funicular da Serra do Mar, em Santo André-SP na serra de Paranapiacaba . Esse sistema funicular único no mundo, foi operado pela ABPF, por vários anos. Com o processo de privatização da RFFSA, a operação do Funicular foi suspenso.

  • Organização de excursões e viagens de estudos a locais de interesse, abertas ao público.

  • Organização de grande biblioteca contendo livros, documentos e fotografias relativas a história e a técnica ferroviária no Brasil e do exterior, localizado na sede nacional da Associação em Campinas.

  • Promoção de palestras, conferências e sessões cinematográficas com temas ferroviários.

  • Promoção de publicações diversas.

  • Campanha permanente de promoção do patrimônio histórico ferroviário brasileiro.

  • Interfiliação com diversas entidades internacionais, correspondentes nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Japão, Austrália, Argentina, Uruguai e Chile.

  • Convite para participação na comissão do Ministério da Cultura para a política de preservação ferroviária no Brasil.

  • Convênio firmado com a RFFSA e PROFAC (programa Ferroviário de Ação Cultural), para a implantação de várias atrações em Centros Culturais Ferroviários, onde 3 já funcionam sendo em Barbacena-MG, Itacuruça-RJ e Santos Dumont - MG.

  • Convênio firmado com RFFSA, CBTU, Prefeitura do Rio de Janeiro e Magé e CVRD ( Cia Vale do Rio Doce) para a recuperação e implantação de um trem turístico a vapor na Estrada de Ferro Mauá a primeira ferrovia do Brasil.

  • Convênios com a RFFSA, com vários termos Aditivos para a preservação de materiais e estações.

  • Contrato com a Estrada de Ferro Campos do Jordão para a implantação de trem com tração a vapor, na parte plana da Estrada, bem como treinamento para operação de locomotiva a vapor, nos anos de 1993 e 1994.

  • Convênio com a Secretária de Cultura do Estado de São Paulo, onde cedeu uma locomotiva a vapor para exposição no Museu da Imigração.

  • Implantação do trem turístico a vapor na cidade de Cruzeiro (SP), até Rufino de Almeida, em parceria com a Prefeitura de Cruzeiro e RFFSA.

  • Implantação do trem turístico a vapor na cidade de Rio Negrinho-SC, onde a ABPF já possui 5 locomotivas e mais de 30 carros de passageiros, atendendo todo o estado de Santa Catarina em conjunto com a atual Ferrovia Sul Atlântica - FSA ( ex-RFFSA) e denominada de Ferrovia das Cachoeiras.

  • Firmou convênio com a RFFSA que era e ainda é a maior colaboradora na preservação do patrimônio histórico ferroviário, principalmente no que se refere a locomotiva a vapor e carros de passageiros de madeira.

  • Cedeu a locomotiva nº 1424, da antiga E. F. Central do Brasil e quatro carros de passageiros, em madeira, para formar o Trem Presidencial, realizado em 4 de julho de 1997, por ocasião da inauguração do contorno ferroviário da cidade de Curvelo (MG). A operação, bem como a manutenção, ficaram também sob sua responsabilidade.

  • Implantação do trem turístico a vapor em São Lourenço à Soledade de Minas - MG, o trem das águas, trecho com grande sucesso, num percurso de 10km. Operado pela ABPF em conjunto com a Prefeitura de São Lourenço.

  • Trabalhando com o apoio de seus 2000 membros espalhados entre as 08 regionais da Associação, e de diversas entidades governamentais e empresas particulares, a ABPF tem conseguido contribuir para o conhecimento da história da nossa sociedade e cultura, bem como das técnicas e tradições nacionais ligadas ao setor ferroviário, promovendo a formação de uma consciência preservadora, fruto da compreensão do valor do patrimônio cultural em geral e do patrimônio ferroviário em particular, gerando uma atuação ampla e coletiva.

Conto com a sua sensibilidade e amor à história da Pátria.

Com melhores considerações,

Cristiano Arruda
Campo Grande, MS.

Sent: Wednesday, March 30, 2011 5:38 PM
Subject: Re: A CULTURA DO DES-GOVERNO DILMA
Prezado senhor Cristiano,

Ouso acrescentar algo à frase utilizada em aspas por vossa senhoria. Eu diria que um país vazio de orgulho seria justamente aquele formado por cidadãos que não conhecem sua história, sua memória. Não acredito ser esse o nosso caso. O escritor português José Saramago escreveu: "Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos. Sem memória não existimos e sem responsabilidade, talvez, não mereçamos existir". Será que não devemos ser mesmo as duas coisas - memória e responsabilidade juntas e inseparáveis?

Com todo respeito a suas opiniões pessoais, no caso em tela elas não fazem justiça à memória, nem à história recente do Brasil. Haja vista que a privatização da malha ferroviária brasileira aconteceu em 1996/1997, portanto não era um governo comunista que, aliás, ainda é inédito no Brasil. Mesmo porque, no comunismo espera-se exatamente o contrário: a estatização.
O fato é que com a privatização, tudo o que era feito por empresas estatais (RFFSA, FEPASA...) passou para empresas privadas que compraram o direito de uso da malha de 28 quilômetros de extensão por 25 anos. Ao mesmo tempo, a RFFSA - Rede Ferroviária Federal SA entrou em processo de extinção. Seus bens, por meio da Lei 11.483 de 31/05/07, estão sendo transferidos ao DNIT. À medida que recebe os bens inventariados pela RFFSA, esta Autarquia, de acordo com o Parágrafo Único, Inciso V do Artigo 3º do Decreto nº 99.658 de 30/10/90, os incorpora a seu patrimônio e os classifica como bens:
"a) Ociosos – quando, embora em perfeita condições de uso, não estiverem sendo aproveitados”;
“b) Recuperáveis – quando sua recuperação for possível e orçar, no âmbito, a cinqüenta por cento de seu valor de mercado;”
“c) Antieconômicos – quando sua manutenção for onerosa, ou de rendimento precário, em virtude de uso prolongado, desgaste prematuro ou obsoletismo;”
“d) Irrecuperáveis – quando não mais puder ser utilizado para o fim a que se destina devido a perda de suas características ou em razão da inviabilidade econômica de sua recuperação.”

Baseado em tal classificação, é feita uma cotação dos valores de cada bem que pode, então, ser incluído em leilão oficial. Até o momento não houve leilão de qualquer bem. Há a previsão de se lançar nos próximos dias o primeiro leilão para bens inservíveis ou irrecuperáveis.

Quanto às locomotivas elétricas, não existe "corte de locomotivas". O destino delas será definido a partir de cotação de preços, inclusive fora do Brasil, com o objetivo de obter o melhor negócio para aquelas que não receberem interesse de empresas brasileiras.

A propósito, os leilões, que serão divulgados no Diário Oficial da União e jornais de circulação nacional, serão públicos. Todos os interessados nos bens podem participar.

Atenciosamente,

Evandro Alvarenga - Ascom/DNIT


----- Original Message -----
From: Cristiano
To: imprensa@dnit.gov.br
Sent: Wednesday, March 30, 2011 3:15 PM
Subject: A CULTURA DO DES-GOVERNO DILMA


TEMOS DE IMPEDIR QUE A COMUNISTA COM SEUS LACAIOS DA ROUBALHEIRA ACABEM COM ESSES VESTÍGIOS AINDA COM CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DA HISTÓRIA FERROVIÁRIA E DE CRESCIMENTO DO BRASIL! “UM PAÍS VAZIO DE ORGULHO, SERÁ UM VEXAME TOTAL NA COPA, MOSTRARÁ AO MUNDO A SUA MENTALIDADE AUTO-DESTRUTIVA, SEM PASSADO DIGNO, SEM CULTURA, SEM FUTURO VÁLIDO PARA QUALQUER SER HUMANO FIEL A DEUS!”

CRISTIANO
www.hobbytrem.blogspot.com

From: Romulo Roberto Sousa
Sent: Wednesday, March 30, 2011 1:08 PM
To: Alberto Del Bianco ; rafael correa ; Rafael ; Rubens Ueda ; Ricardo Pi Fozzati ; Joel São Jose do rio Preto ; Rogerio Cordeiro Santo André ; Ricardinho Busão ; José Rodrigues Rio de Janeiro ; Rogério Menandro ; Rodrigo Cabredo Água Branca SP ; Ricardo Melone ; Ricardo da Rocha ; Ricardo Bagnato de Bauru ; Alessandro Calloni ; Alexandre Almeida ; Alex Leão ; Agenor ; Alex Ibrahim ; Agenor trem e modelismo ; André Benetti ; Carlos Almeida Carapicuíba ; Tiago Augusto ; Marco Antônio ; ferisiro USP ; denis Fepasa ; Fernando Loffredo ; GERSON FARIA ; Marcos Guimarães Minas Gerais ; fernando traldi ; Felicio Simão ; Bernard Mercier ; João Bento ; Luciano Marcassa Bebedouro SP ; Junior Jurberto ; Cristiano Cunha ; Daniel Torres Campinas ; Cristiano MS Hobbytrem ; Cristiano Caminhão ; Thomas Correa ; Jose Dantas ; José Luis Segismundo ; joseluiz@novotemposeguros.com.br ; Zé Carlos Marceneiro ; Vanderlei Zago Campinas ; Marcos Zeitune ; Vagner Parana de godoi ; João Paulo Policia ; Fabio Cogo Piracicaba ; Carlão do Decal ; Jaques ; paulorosinha@gmail.com ; stenio_efs@terra.com.br ; Marlus Cintra Santos ; Salles ; Mateus Souza ; Thiago Moraes ; oficinasalomao@terra.com.br ; Oswaldo Delegado ; Dr. Nelson Donatangelo



Pessoal boa tarde, venho cominicar a todos minha grande tristeza em saber que os dias das Três últimas "English Elétrics" estão com os dias contados, fui informado que o DNIT que tem a guarda dessas locomotivas já á liberaram para o corte, e mais uma vez assistimos a isso sendo que ninguem tente fazer nada além de se lamentar, estou enviando esse E-mail, para unirmos forças e tentarmos salvar pelo menos uma locomotiva, para quem sabe um dia possa existir a chance ser reformada por que depois de cortadas aí não tem mais nada a ser feito, portanto se alguem tiver alguma ideía, sugestão, que alguma Associação possa receber uma máquina ou algum conhecimento com alguem do DNIT ou político que possa intervir nesse assunto para tentar mudar essa situação, Vamos lutar pela a preservação e evitar a extinção de um modelo de locomotiva tão expressiva como foram as English eletric, que comessaram a rodar nas linha da Santos Jundiaí na decada de 50, puxando trens de carga e de passageiros e hoje estão abandonadas na oficina da Luz, do total de 16 locomotiva só restaram 3, e em breve só restaram as fotos.
Em anexo as fotos mostra as Três locomotivas na espera do corte, as V-8 por enquanto estão salvas, portanto vamos vazer algo para mudar o final desta história, lembro a todos que eu não estou a frente de nenhuma organização, só sou um apaixonado por trem que não se conforma com a maneira que a nossa hitoria ferroviaria é tratada...
Caso nada disto dê certo, terei a minha conciência limpa, porque pelo menos tentei...
repassem este e-mail para quem quiser, obrigado.

Rômulo de Sousa.

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