sábado, 21 de abril de 2012

SISTEMA SATANISTA: PRIMEIRO, DETERMINA O ABORTO DE DEFEITUOSOS, DEPOIS DOS NORMAIS, DEPOIS A PROIBIÇÃO DE SER HETEROSSEXUAL = FIM DA REPRODUÇÃO!

MOLECADA,

O seu burrossor ou sua burrossora é filiado(a) a um sindicato de um Partido de Terroristas e o tal sindicato repassa as ideologias (mentiras) para os seus (sic) mestres. Por isso nunca acreditem neles se eles forem pró-partido porque "eles" contaminam vocês com mentiras que os farão ser escravos e entreguistas suicidas (aceitarão matar os de vocês mesmos) para o "deleite" do "partido" cuja entidade 'transcendental' é o próprio satanás.

PESQUISEM A APARIÇÃO DE MARIA EM FÁTIMA, PORTUGAL. A MENSAGEM DE DEUS QUE ELA TROUXE FOI: "NÃO PROPAGAIS AS 'MENTIRAS' DA RÚSSIA"

SACARAM? DEUS É CONTRA O comunismo PORQUE isso É O sistema de satanás.

ESTAMOS, SOB COMANDO DA MAÇONARIA,
SENDO REGIDOS PELOS OBREIROS DO SISTEMA DE satanás!

Vitoria ferias etc 129"Por acaso, Sr. Carlos, você já acordou de madrugada com uma planta chorando de cólica? Você já pegou uma planta no colo e ela abraçou seu pescoço bem apertado até você sentir sua respiração bem próxima ao seu peito?


Comentário de Klauber Cristofen Pires: Segue a resposta publicada por Joana Schmitz, a mãe da doce menina Vitória de Cristo, sobre levianas acusações de farsa publicadas pelo site G1.


Pois eu digo uma coisa aos sonsos e velhacos: do lado de cá não usamos da farsa! Farsantes são vocês, os defensores do aborto, que não param um minuto de tentar passar suas ideias espúrias por meio de números forjados e argumentos dissimulados!

E ao sabichão que anda rondando meu blog: aproveite para visitar o blog da Joana, que graças a Deus está com mais de 2 mil seguidores, para conhecer também outras crianças diagnosticadas com acrania e anencefalia que estão vivas e serelepes!

Site G1 publica matéria tendenciosa, cheia de erros sobre Vitória e incita o preconceito

Você sabe qual é a diferença entre Deus e os médicos?
Deus sabe que não é médico.(piada recolhida da nossa sábia cultura popular)Gostaria de alertar nossos leitores que o site G1 publicou uma notícia sobre a Vitória com várias informações equivocadas e em meu entendimento extremamente tendenciosa e preconceituosa.

Primeiramente, tenho sempre deixado claro que o diagnóstico pré-natal da Vitória foi de acrania, com prognóstico de anencefalia. Ela recebeu a confirmação do diagnóstico de anencefalia ao nascer, e não durante a gestação. Outra informação errada no texto é que ela nasceu com couro cabeludo, o que não ocorreu. Ela nasceu sem calota craniana e sem couro cabeludo e necessitava de um curativo oclusivo da região cefálica. Ela hoje tem couro cabeludo devido a uma cirurgia reparadora feita aos 4 meses de vida extra-uterina (tudo isso está informado aqui no blog, era só terem checado antes de publicar a matéria).

Outro fato grotesco da reportagem é criar uma nova modalidade, a de consulta médica por meio de um jornal - especialistas convidados a dar um diagnóstico para a Vitória sem nunca tê-la examinado ou sequer visto exames seus (se a novidade der certo, eles poderiam criar uma coluna especial para dar diagnósticos pré-natais de anencefalia pela internet também).

Estes "especialistas" afirmam que a Vitória é uma sobrevida vegetativa e tal informação, tão séria para ser dada publicamente por meio de um jornal da internet por "especialistas" que nunca a examinaram, tem gerado inúmeros comentários ofensivos e preconceituosos, vejam bem, contra uma criança de dois anos, e o site tem permitido tais comentários livremente.

Lembro a todos que tudo que o site diz que a Vitória faz "segundo a mãe" (dando a entender que essa mãe é uma ignorante que está imaginando ou inventando que sua filha "vegetativa" reage a estímulos e tem vontades) pode ser comprovado aqui por este blog, por vídeos e por inúmeras testemunhas que a conhecem: sorrir, sentir dor, chorar, tentar engatinhar, etc.

Alucinação coletiva? Photoshop?

Mas o ápice da matéria é o momento em que o Sr. Thomas Gollop, especialista em médica genética da Universidade de São Paulo (USP), de quem Vitória nunca foi, não é e, graças a Deus, nunca será paciente, dá uma consulta gratuita por meio do site (ou será que o site pagou pela consulta?) para fechar o diagnóstico da minha filha. Lembrando ainda que nunca autorizei esse médico a dar informações públicas sobre o estado clínico de minha filha, a quem ele nunca examinou.

"É uma variante da anencefalia que também é morte cerebral e, portanto, é um caso em que o prognóstico está fechado, não há tratamento e há morte certa e em caso maior ou menor todos eles caminham para óbito, todos eles são definidos pelo Conselho Federal de Medicina como morte cerebral. [...] Entra no âmbito das mal formações incompatíveis com a vida. O caso dela ainda assim é incompatível com a vida, a morte dela é certa do mesmo jeito, é uma sobrevida vegetativa e há um diagnóstico médico seguro de morte", afirmou Gollop.

Interessante, será que o Sr. Gollop, além do que me parece aqui estar tentando se colocar no lugar de Deus e definir que a morte de minha filha é certa, também se considera agora imortal? Acaso ele nunca vai morrer? Acaso a morte de todos nós, reles seres humanos, não é também certa? Ou será que o jornalista se enrolou junto com ele e o que saiu foi esse parágrafo truncado e sem nexo?

Além de a medicina ter errado no caso da Vitória, dizendo que ela era incompatível com a vida extra-uterina, o Sr. Gollop parece insistir insanamente neste erro para não se contradizer, e afirma ainda que a Vitória tem morte cerebral! Para ele minha filha está morta, é isso mesmo? Desde janeiro de 2010 estou aqui escrevendo a história de vida de uma criança com morte cerebral - que estando nesta condição de "sobrevida vegetativa" já viveu tantas aventuras, desafios, já obteve vitórias inacreditáveis, já viajou de avião do sul ao centro-oeste, já fez tanta gente sorrir e chorar de emoção e mudou a concepção de incontáveis pessoas sobre a vida e sobre o amor, sim, para ele, isso é tudo é coisa da nossa cabeça?

Não sei se o mais grave neste caso é a falta de seriedade jornalística ou médica.

Vejam na reportagem do site UOL como o Sr. Gollop mudou o tom do seu discurso e rapidamente acharam uma nova palavra para descrever casos raros como a da Vitória.

Só para encerrar essa triste postagem no meio de tanta luz e beleza deste blog - me desculpem, às vezes lamentavelmente isso é necessário - um leitor do site que se apresenta como Carlos faz o seguinte comentário: "uma planta deve ter mais sentimento do que ela, infelizmente". Por acaso, Sr. Carlos, você já acordou de madrugada com uma planta chorando de cólica? Você já pegou uma planta no colo e ela abraçou seu pescoço bem apertado até você sentir sua respiração bem próxima ao seu peito? Você já fez carinho em uma planta e ela sorriu e suspirou? Você já teve dificuldade em limpar as orelhas de uma planta porque ela tentava fugir de você e empurrava sua mão? Viva à evolução da botânica.

Essa é a nossa ignorante cultura da internet, cada um escrevendo o que quer, sem informação, sem base, sem escrúpulos e sem respeito. Esse é o preconceito velado aflorando com toda a força em nossa sociedade, do desprezo pelos fracos, pelos deficientes, do ser humano descartável.

Entramos em contato com o site G1 hoje pedindo correções da matéria e exclusão dos comentários ofensivos, ameaçando inclusive uma ação judicial, eles ficaram de nos retornar, o que obviamente não fizeram. Não seriam tão sérios a esse ponto. Só me resta aqui pedir aos queridos leitores que conhecem a Vitória que a defendam dessa gente ignorante e preconceituosa, porque eu aqui estou a lhe amar e lhe proteger de todo esse mal que há nesse injusto mundo.

Agradeço inclusive minha irmã que a tem defendido fielmente e confrontado toda a monstruosidade desses comentaristas levianos.

Por hoje é só.

http://amadavitoriadecristo.blogspot.com.br


quarta-feira, 18 de abril de 2012

FORÇA POSITIVA É CARÁTER GRANDE!

Marisa LoboTratei de um homossexual em minha casa com AIDS por sete meses, onde ele viveu comigo e minha família. O fato de não aprovar este ou aquele comportamento não me torna inimigo. A questão aqui é inversa. A militância gay quer nos tornar inimigos. Eles precisam alimentar essa guerra. Afinal, como vão se sustentar?


Perseguida pelo Conselho Federal de Psicologia, Marisa Lobo dá suas razões para defender sua fé em meio a hostilidades profissionais, legais e sociais.

Marisa Lobo é psicóloga clínica, formada em 1996, pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduada em saúde mental, com curso de extensão em sexualidade humana, dependência química, cursos de entrevista motivacional, psicossomática, psicodiagnóstico, psicoterapia breve, arte terapia, bibliodrama, aconselhamento pastoral e teologia.

Ela estagiou, a convite do governo dos Estados Unidos, no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, na Divisão Internacional de Atenção Primária à Saúde. Ministra cursos e palestras e possui experiência de mais de 13 anos em clinica e dependência química.

Ela realizou estudos sobre depressão infantil, violência e abuso sexual na infância, depressão, síndrome da adolescência e todos os tipos de compulsão, vícios e suas consequências.

Ela é idealizadora e coordena o curso de Dependência Química: Tratamento, diagnóstico e prevenção — Restituição sem internação.

Livros já publicados:

Como fazer de seu filho uma criança feliz, pela editora Arte Editorial, com prefácio do Dr. Silmar Coelho.

Por que as pessoas mentem, pela editora Arte Editorial, Prefácio do pr. Jabes de Alencar.

Psicopatas da fé, pela Editora Fôlego, com prefácio do senador Magno Malta.

Julio Severo: Por que o Conselho Federal de Psicologia está te ameaçando?

Marisa Lobo: Por me expor na internet como psicóloga cristã, por defender minha fé e principalmente por questionar o kit gay, que para mim não é uma forma de prevenção ao preconceito e sim incentivo às práticas homossexuais. O kit gay é muito expositivo, e pelo que entendo de políticas públicas, não se justifica sua aplicabilidade de forma tão pessoal. O kit gay é dar privilégios e instituir um preconceito ainda maior. Com crianças as coisas devem acontecer ao seu tempo, de forma natural e globalizada. Devemos sim ter kits que falem de preconceito como um todo, do bullying que sofrem os gordinhos, os nerds, os baixinhos, os evangélicos, os homossexuais, os feios, os negros, os cegos, etc. Enfim, se dermos atenção privilegiada apenas a uma categoria, estamos discriminando as outras. Isso não é acabar com preconceito; é apenas uma tática maquiavélica de privilegiar e instituir uma ditadura e uma raça superior, e eu primo pela igualdade.

JS: Se uma pessoa envolvida em homossexualidade lhe pede ajuda para sair desse estilo de vida, o que você faz?

Marisa: Atendo. Meu juramento meu código de ética me diz que tenho que atender, dar ouvidos ao sofrimento psíquico, e se o fato de ser homossexual está causando qualquer tipo de sofrimento, atendo sim, é minha obrigação, ainda que seja, para reverter sua orientação, condição e ou opção, se assim for de sua vontade absoluta. Nem poderia negar. Estaria ferindo o código de ética, não é mesmo? Mas é evidente que como psicóloga devo respeitar a resolução 01/999. A Organização Mundial de Saúde diz que homossexualidade não é doença, porém ao mesmo tempo não entendo por que tanta pressão da militância gay que tem medo de psicólogos que não negam auxílio. Os militantes gays pervertem e ficam vigiando nossos passos. O que acontece no setting terapêutico deve ser comandado pelo paciente. Acontece que a neurose é tanta que os psicólogos têm medo e são induzidos a deixar claro para o paciente que não é doença, independente de ser ou não. Mas se ele está indo ao consultório é porque está sofrendo. E se, repito, for da vontade dele, tenho que ser um canal, sem impor, como nunca fiz isso. O que falam de mim é mentira e mais uma estratégia de condenação de pessoas que são cristãs.

JS: As ameaças do CFP impedem você de ajudar homossexuais?

Marisa: A decisão da pessoa deve ser respeitada sempre. Devemos ter em mente que a demanda é do paciente sempre. Respeitarmos a sua vontade sem pressão. A reversão pode, sim, acontecer em muitos casos. Acontece que o terrorismo do CFP não deixa que os homossexuais acreditem nisso. O CFP vem com aquela conversa de que se a pessoa deseja mudança, é por causa da imposição religiosa, e, como eles não creem de Deus — pois Deus para muitos lá é mito — então sempre vão tratar este assunto com preconceito religioso. Eu já deixo o meu paciente decidir, se é o que deseja, vamos lá, e no decorrer, ele vai se achando, e até mesmo se assegurando se é isso mesmo o que deseja.

JS: Por que o CFP, que não impede psicólogos espíritas de aplicar técnicas espíritas em suas consultas, estão tão intrometidos no você faz como cristã que se importa com seus clientes?

Marisa: Por quê? Olha, não sei. Agora, é impossível até hoje eles não saberem que existe uma associação brasileira de psicólogos espíritas, ou psicologia budista, ou judaica, ou esotérica, ou parapsicologia, etc. Existe um número grande. É só acessar o Google e comprovar. O Conselho Federal de Psicologia é a autarquia mais persecutória, mais antiética da história. Eles não têm moral para me perseguir. Eles são militantes de ideologias, políticas, de orientação sexual, de ateísmo, e destilam seu ódio e preconceito contra os cristãos, principalmente os evangélicos. Mas a resposta está clara: o Cristianismo fala abertamente sobre homossexualidade. Então, eles querem nos destruir por sermos cristãos. Eles combatem a Bíblia punindo quem a segue, por preconceito religioso. É preciso dar um fim na militância do CFP, que deveria ser investigado pelo ministério publico, pois comete vários crimes, fere suas diretrizes, é hipócrita, antiético, persegue claramente quem se opõe. Por isso, tenho sido perseguida. A guerra é porque questiono esse conselho e sua diretoria hoje.

JS: Se o CFP cassar seu registro, o que você fará?

Marisa: Não vou desistir da minha profissão por isso. Nem tudo que é legal é moral. O CFP não tem moral, pois nos colocou uma mordaça, e ninguém ousa discutir suas decisões. Somos obrigados a aceitar como verdade ainda que seja uma mentira.

São surfistas sociais, vão se adaptando à evolução da sociedade, independente se essa evolução seja ruim, pois perderam a referência do que é “bem” ou “mal” para o indivíduo, do que é família, da necessidade de regras, ética, moral e princípios. Eles apenas vão surfando. Com isso, vão aumentando as crises familiares, a maldade humana, a legalização do aborto chegando, divórcio batendo recorde, camisinhas nas escolas, legalização de drogas, e a psicologia se adaptando. Daqui a pouco, vamos ver sexo nas praças, e todo mundo aplaudindo porque a psicologia vai achar que é direito de expressar a sexualidade. Ou seja, assim está caminhando a humanidade.

JS: O que motivou a denúncia contra você no CFP?

Marisa: O fato de falar de Deus em minhas redes sociais e ter pedido aos deputados que prestassem atenção ao conteúdo do kit gay, que era uma aberração, um conteúdo extremamente descabido e sexualizado que de forma alguma extingui o preconceito, mas sim cria mais ainda. Eles não gostaram. Aí, quando souberam que era uma cristã falando, começaram a me perseguir, como psicóloga que se denomina cristã, depois no processo como “homofóbica”, porque eu disse no Twitter que amo os gays, mas prefiro meu filho hetero. E até agora não sei onde ter uma opinião instiga violência. Agora, eu perder o meu direito de dizer que sou feliz sendo hetero, e de que prefiro meus filhos hetero?

Eles querem que a sociedade pense que eu persigo gays, que ofereço tratamento para gays porque sou fundamentalista, preconceituosa; decidiram isso e pronto. Não ACEITO. A verdade é que eles são contraditórios. Estão tentando usar tudo para me qualificar como “homofóbica”.

E em 15 anos de trabalho, nunca nenhum paciente meu denunciou que em meu consultório imponho convicções religiosas. O caso contra mim é de PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA, PRECONCEITO RELIGIOSO. O CFP achou que eu ia me calar, porque muitos endeusam a psicologia. Pois bem: Eu, Marisa Lobo, só tenho um Deus, e não sirvo a insanidade desses membros do conselho. Se me cassarem, vão cavar a sepultura moral.

JS: Há uma tendência cada vez maior da classe de psicologia em rotular a pedofilia como orientação sexual. Como você encara o papel disso na perversão social?

Marisa: É um crime, claro, que merece prisão perpétua em minha opinião. Escrevi até um livro, Psicopatas da Fé, que tem uma capítulo sobre pedofilia, e mostra que é doença, e quem é psicólogo sabe, se formos levar ao pé da letra, é uma perversão da libido original, uma orientação, condição e ou escolha. A pedofilia está associado à psicopatia, sem dúvida. Os psicólogos canadenses dizem claramente que para eles, a pedofilia é considerada uma “orientação sexual”. Se acreditarmos nisso, aí quero ver como sair dessa. O que quero dizer é que, quando aceita socialmente, deixa de ser doença? Se a lei disser que não é crime, nada poderei fazer?

JS: Como você encara a homossexualidade: doença ou pecado?

Marisa: Como psicóloga respeito a OMS, que diz que não é doença e não podemos tratar como tal, porém distúrbio de identidade social existe, é doença. O travestismo está no CID 10 inscrito como doença. Para a psicologia, que só aceita a medicina em partes quando lhe convém, é orientação apenas.

Se é pecado ou não, não poderei falar sobre isso, porque sou como psicóloga. Pecado é uma referência de cada religião. Temos que saber o que a religião diz sobre o assunto. Se responder sobre isso, serei cassada em prazo recorde.

JS: A ABGLT, que é a maior entidade gay do Brasil, está por trás de todos os grandes casos de perseguição aos cristãos no Brasil, inclusive contra mim e Silas Malafaia. Você tem algum conhecimento de que a ABGLT está também em conluio ou colaboração com o CFP para perseguir você?

Marisa: A ABGLT publicou uma nota parabenizando e defendendo o CFP pela atitude contra mim e pedindo inclusive ao ministério público que me investigue por oferecer cura aos homossexuais, mentindo descaradamente sobre isso, apenas lançando no mercado esquizofrênico uma mentira para torná-la verdade. Agora só falta provarem. Mas essa intimidade está clara. Parece que são parceiros de “cama”. Não preciso dizer mais nada.

JS: O que você sente pelos homossexuais?

Marisa: Compaixão, amor de verdade. Mas tenho pena e desprezo pela militância desleal, porque usam os homossexuais e suas angústias. Observem: sempre são os mesmo ativistas que aparecem, lucrando e perdendo tempo em nos perseguir. Eles poderiam estar fazendo trabalho voluntário nas ruas, tirando os homossexuais comuns da prostituição, por exemplo. Mas, em vez disso, incentivam, até como profissão. Isso é lutar pelo ser humano? Usam suas ONGs para perseguir qualquer um que se oponha à sua militância. Quem ousar falar qualquer coisa é taxado de “homofóbico”. Eles ridicularizam nossa fé, nossa Bíblia, e querem respeito. A militância gay não merece respeito. E se isso for homofobia, queridos, o mundo inteiro é “homofóbico”.

Mas, pessoalmente, meu médico de pele é homossexual. Só lavo meu cabelo com um homossexual. Tratei de um homossexual em minha casa com AIDS por sete meses, onde ele viveu comigo e minha família. O fato de não aprovar este ou aquele comportamento não me torna inimigo. A questão aqui é inversa. A militância gay quer nos tornar inimigos. Eles precisam alimentar essa guerra. Afinal, como vão se sustentar?

JS: Além do CFP, outras entidades ou indivíduos também ameaçam você por causa de suas posturas cristãs?

Marisa: Os ateus, principalmente. Eles fazem vídeos contra mim e postam, me xingando de tudo, principalmente de burra, e têm o CFP como aliado. Nessa demente perseguição, ateus famosos fazem vídeos e conseguem status tentando me humilhar. Recentemente, um ateu fez um desafio para outros ateus entrarem em minhas redes sociais e negativar todos os meus vídeos. Eles falam cada coisa desumana que se eu não acreditasse de fato em Deus tinha desistido de viver. Mas os ateus não sabem que cada comentário de ódio que vejo sinto é pena, não raiva. Meus mecanismos de defesa funcionam, todos, e minha fé me sustenta. Sinto-me desafiada a continuar. Eles querem promoção.

JS: O cristianismo verdadeiro é “perder para ganhar”. Você tem medo de perder sua carreira de psicóloga por causa do seu testemunho cristão?

Marisa: O único medo que tenho é de Deus virar sua face de mim. Deus me deu a oportunidade de ser perseguida por amor a Ele, e aceitei. Deus quer mudar algo, e aqui falo como pastora. Sou apenas um instrumento. Se for cassada, vou lutar em todas as instâncias.

Meu medo maior é de Jesus me negar diante do Pai, e isso não acontecerá, porque não o estou negando perante os homens.

JS: Você tem colocado seu testemunho por Cristo acima de sua carreira. Por quê?

Marisa: Foi uma luta ter me formado, e tenho amor pela minha profissão. Minha área é dependência química. Quantas pessoas nestes 15 anos de carreira deixaram as drogas. Quantas pessoas deixaram de abortar. Quantas pessoas pude ajudar a melhorar sua saúde mental. Quantas me agradecem até hoje... Enfim, amo minha carreira.

A dor vai ser grande, mas não será maior do que a de Jesus, que morreu na cruz por mim. O preço será alto, mas não maior que o preço que Jesus pagou pela minha alma. A certeza que estou fazendo a coisa certa e cumprindo a sua vontade acalma minha alma.

Deus está acima da minha profissão e da minha carreira. NÃO NEGO MEU DEUS POR NADA.


terça-feira, 17 de abril de 2012

ISSO É SUÍÇA NO SEU MELHOR!

Conheça e sinta a emoção da grandiosa movimentação do sistema ferroviário suíço! Veja os vídeos em 720 pixels no mínimo para sentir a emoção passada pela alta definição!

Em Pratteln

LA MESA. !LA MAGNIFICA!



CALMA, GENTE! ESTA AINDA NÃO É A MINHA MAQUETE!
... uhmmm... (biquinho)

Caríssimos Leitores,

Venho trazer-lhes um mundo de exemplos de modelagem de um local só, a mega maquete de trens em escala HO La Mesa do clube de ferromodelismo de San Diego, Califórnia. A maquete é um mundo, é o melhor da Califória quase inteiro em escala HO, 1/87. Só de olhar para o paisagismo da maquete, a primeira pergunta que vem à mente é 'como conseguiram fazer tudo isso?' De fato o malabarismo sobre esses módulos foi extenso e quantidade de material de ornamentação foi magnífica.

Os vídeos foram gravados em janeiro do ano passado e por eles se pode conhecer várias etapas da maquete, desde o pátio de estacionamento de material rodante que é imenso e fica reservado numa área protegida por divisória onde lá dentro fica uma central de computadores que monitora a movimentação dos trens. Na saída do mega pátio, a maquete começa a tomar identidade visual e daí as belezas parecem ser intermináveis. É essa maquete que tem um loop da Tehachapi Pass (Passagem Tehachapi - se lê Tehéatchapi Péss) como é o real e foi essa obra de arte que concluiu a minha inspiração de fazer um loop na minha maquete com características muito semelhantes em termos de vegetação, cor de solo e portais de túneis. No entanto o loop que farei logo será planejado para receber catenárias para que pesadas locomotivas elétricas ostentem mais realismo nas operações e no todo. Obviamente que essa Tehachapi Pass em escala HO exata é pelo menos 3 vezes maior do que o loop que eu logo construirei (ver na postagem sobre a minha maquete a seguir para ver o projeto e o vídeo da passagem de trens nesse loop da maquete La Mesa).


Percebam uma característica muito visível em toda essa maquete, a coloração da ornamentação. Se para ela que é grande as cores usadas são claras, imaginem como vocês devem escolher as cores das suas maquetes. Os brasileiros têm medo de aplicar cores claras de suas maquetes o que dá uma impressão de brinquedo e não a de se estar vendo um mundo em miniatura. Observem bem os vídeos e guardem essa observação para fazer belos melhoramentos às suas maquetes ;-)

vejam os vídeos em 720 pixels




Conheça a movimentação na real Tehachapi Pass bem no Tehachapi Loop.

Um trem com 111 vagões!


Um trem com 10 locomotivas! Em 1996.
Com tantas locomotivas na frente, não sei como o primeiro vagão não foi rompido ao meio!


O web site do blog está neste endereço: http://www.sdmrm.org. Eles oferecem até estadia por 180 dólares e com motorista por 280 dólares.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

domingo, 15 de abril de 2012

A MAQUETE DO CRISTIANO - VERSÃO 2012! - E DEMAIS TÉCNICAS!

"Em 11 de março eu postei esta matéria e estou repostando-a com links de outras matérias sobre técnicas de construção de maquetes para que tudo fique num post só. Este post será continuado e para isso estarei preparando fotos novas para vocês hoje."

***
Caríssimos Leitores!

Com muita alegria que venho trazer-lhes este post sobre o último projeto que desenhei para a minha antiga maquete que parece uma catedral de cidade pobre... nunca fica pronta! Diferente de alguns e igual a outros, as dificuldades pelas quais passei me abstiveram do hobby forçadamente para a minha tristeza. Ao longo de 18 anos, isso mesmo, 18 anos!!!... eu vi surgir muitas novidades no mercado de ferromodelismo que a grande maioria dos veteranos e dos novatos não viam. Mas eles tiveram mais oportunidades e com o tempo eles passaram a ter mais acesso à informação e a produtos do que eu.

Quando decidi abrir este blog foi quando eu retornei ao ferromodelismo e a minha maquete de fato era este blog porque com ele eu estava voltando a ter contato com as novidades apresentadas pela internet e a minha maquete física estava abandonada num cômodo de casa, sem proteção contra poeira, enfim, um símbolo imenso de tudo que não se completava na minha vida. Mas com muita persistência e economia e aproveitando algumas poucas oportunidades que me permitiam juntar dinheiro para o hobby, eu consultei o desenho da minha maquete e a lista de produtos e comecei a cotar os preços e trouxe uns kits em 2009 e mais tarde eu comprei alguns trilhos no mercado nacional. Durante 2009 a minha maquete ficou parada praticamente o ano inteiro e parte do material que comprei ainda não foi usado por uma série de motivos muito sérios, principalmente de saúde. Mas o sonho de ter essa maquete pronta cuja base eu ganhei quando eu tinha 18 anos, estava revivido. É frustrante ser pobre no Brasil e ter de esperar pelo término de uma "sentença" (períodos de dificuldades) quando não se tem oportunidades na vida que permitem se dar o luxo de praticar um hobby como tal. Durante esses sofridos 18 anos, assisti as cinco piores crises financeiras coladinhas uma atrás da outra que sob a observância e intervenção do marginal George Soros, o tesoureiro do esquema russo e patrão de Barack Obama, que conduziram o dólar a quase R$: 4,00. Isso com o impostos de importação que somavam 100% aos preços dos ferromodelos, comprar um era como pagar mais de 3 vezes aquilo que se pagava antes. As crises foram montadas, governos prejudicados, a China favorecida e o povo se desesperou com os resultados e caiu na armadilha... votou no bando que faria o governo de transição para o comunismo após iludir o povo com aquela história de que o país está melhor graças a um "deus analfabeto" o salvador do universo sendo que se o Brasil está menos pior é por causa dos produtores rurais e dos industrialistas que trouxeram muito dinheiro com a melhora da economia internacional, no entanto, vemos já as garras de fora: o cristianismo sendo atacado e com uso dos impostos dos cristãos. Para quem não tem oportunidades, passar 18 anos sem curtir a vida como quer, com um hobbyzinho como o nosso, é humilhante, é uma perda de tempo e de momentos bons e excelentes de vida que não se recupera mais. Por isso sei o que falo quando meto pau nesses comunas desgraçados dos infernos e o pior está por vir. Mas nada que o nosso posicionamento firme não possibilite o inverso, isso é, DIAS MELHORES! Anotem o que afirmo aqui.

Mas com muita teimosia porque eu não acredito em benesses de governo, passei a me relacionar com pessoas de melhor cultura e poder aquisitivo e aos pouquinhos, com muitas tentativas, comecei a mudar a qualidade da minha vida, não que eu nunca quisesse isso, mas se a pessoa não é ladra e chantagista, honestamente a pessoa tomará mais tempo a conquistar as suas metas no Brasil. E o Brasil não é um país para pessoas honestas, é como querer ser santo e converter os demônios no inferno que gostam de ser demônios. Traduzindo: a nossa natureza é ruim e dissimulada de cristã, por isso quem quer ser bom aqui sofrerá muito mais. Mas não estou fugindo do assunto. O que quero dizer e demonstrar aqui é que ser honesto numa terra de desonestos e não ter facilidades já que ninguém é alguém na vida sem oportunidades oferecidas por outrem, a vida fica difícil até para curtir algo que é tão bobo (simplório) como o hobby do ferromodelismo que até hoje parece ser algo como colecionar jóias em terra de miseráveis. E a pior miséria que há no Brasil é a da falta de cultura, além da exploração econômico-financeira do povo comum.

Então mesmo eu sintetizando e muito a minha tragetória no hobby, tomem como exemplo as dificuldades que tive para vocês valorizarem mais ainda as suas vidas e as oportunidades que tiveram e principalmente as que têm e as que virão. Porque o tempo que você gasta sem ter, lá na frente você poderá ter o que quer, mas será o tempo que você podia estar gastando para ter coisas ainda mais valiosas. Eu espero que vocês possam apreciar o meu trabalho e a dinâmica deste post que será atualizado com fases de construção. Farei vídeos explicando algumas dicas para os novatos.

É importante eu dizer que o post não ficará pronto em poucos dias, ele trará alguma novidade a cada mês e gostaria muito que eu pudesse terminá-lo em menos de dois meses para vocês verem como é construir uma maquete com material de alta qualidade. Mas ventos bons chegaram e eu poderei trazer muitas coisas bonitas a vocês através da demonstração deste trabalho.

Um abraço,

Cristiano
A MAQUETE DO

RISTIANO


TEMA E FROTA
O tema da maquete será uma cidadezinha de padrão americano localizada tanto nos Estados Unidos ou localizada em algum lugar rochoso no centro-oeste de Mato Grosso do Sul, uma cidadezinha que seria um entroncamento de trens pesados da Conrail, BNSF, Montana Rail Link, Union Pacific, CP Rail, e Nacional de Mexico que viriam da América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México) e desceriam até essa cidade. Nela haveria a troca de comando de tração, passando para a ALL, EFVM/FCA e MRS sob regime de direito de passagem. No módulo a ser instalado atrás da maquete haverá uma local de mineração de onde sairão trens de minério de ferro, minério de manganês, carvão, e pedrisco. As matrizes energéticas serão diesel e eletricidade. Sim, haverá catenárias. Pode ser que o resultado não fique lindo, mas tentarei usar catenárias do padrão Pennsylvania Rail Road (PRR) ou New York Central Railroad. Terei locomotivas Bachmann Spectrum "GE E-33 Conrail", pelo menos uma dupla, bem como algumas GG-1 da Conrail.

PAISAGISMO
Cinquenta porcento do material básico para paisagismo eu comprei para iniciar a base de formação do relevo, pigmentação de "solo", formação de morro, rochas, paredes de rochas, e túneis cravados na rocha. Eu iria usar portais de túneis, mas preferi dar um toque de paisagem mais distante e menos civilizada como mostrada nesta foto. Embora os portais de túneis são obras de arte magníficas que completam uma ferrovia!






Eu selecionei produtos de base da Woodland Scenics, marca que eu admiro muito pelo capricho, precisão em tudo que faz. Para iniciar completo e economicamente, eu comprei os meus primeiros produto da marca, um deles é o Earth Color Kit, ou Jogo de Cor de Terra. Esse kit tem a referêncai C1215 (veja aqui) e é composto de garrafas menores com todas os pigmentos produzidos pela Woodland. Também ele é composto por um molde de rocha de gesso para fazer paredes de contenção, regos d'água cravados na rocha e portais de túneis. Os iniciantes têm resultados de nível de artesãos de alto nível com esse kit. Além de livro de instruções, ele vem com uma palheta e 8 garrafas de 1 oz (29.35 gr) de pigmentos nas cores Branco, Cinza Pedra, Cinza Estado, Preto, Âmbar Rústico, Ocre, e Âmbar Queimado. Na dúvida e receio de comprar pigmentos que viesse a usar menos, eu preferi comprar esse jogo porque eu conhecerei todos os pigmentos sem ter que pagar muito mais por todas as garrafas maiores que metade ficaria sobrando. O kit vem com acessórios para diluir os pigmentos, pincel esponja. Com garrafas menores, eu aprenderei quais são os pigmentos melhores para modelar o tipo de solo e rochas que caracterizarão o ambiente que eu precisarei comprar mais sem fazer escolhas erradas. As paisagens que a maquete representará serão dos padrões das as matas do Rio Hudso, os morros ao da região das Montanhas Cascades na linha da Great Northern (BNSF Seattle-Chicago), e no o centro o solo e a vegetação serão parecidos com o cenário do Tehachapi Loop da Tehachapi Pass.





Outros produtos da Woodland Scenics que comprei foram esses moldes de rochas, um para paredes de rochas, outro para encostas de morros à mostra, e outro para moldar o interior de túneis. Se eu quiser instalar uma mini câmera numa locomotiva, eu tenho que ter direto a sensação de estar vendo um ambiente bem reproduzido. :-)

Woodland Scenics C1244 Rock Mold, Facet Rock (1 unidade)



Woodland Scenics C1230 Rock Mold, Outcroppings (1 unidade)



Woodland Scenics C1250 Tunnel Liner Form (1 unidade)


FASE 1
Nesta fase eu venho trazer-lhes detalhes do projeto da maquete, as alternativas e as últimas correções para possibilitar mais diversão e realismo mesmo que o padrão de curvas não seja condizente às curvas de ferrovias de velocidade média e sim às curvas mínimas de pátios de manobras, mas no ferromodelismo isso é tolerável por meio da rodagem dos trens a velocidades mais baixas assim dando a impressão de que a maquete é maior. Eu poderia classificar cada desenho como uma fase, mas vou dividir as fases com base dos desenvolvimentos dos trabalhos na maquete porque o que interessa é mostrar as fases de compleção das vias e da ornamentação da maquete.

OS PROJETOS
Muitos foram os projetos que fiz para a maquete e sempre que tentava aplicá-los no tablado, eu percebia que aquilo resultaria num "brinquedo" sem graça. Isso demandou-me a melhorar o projeto original e fazer um projeto novo fazia-me melhorar percepção de detalhes, principalmente ter coragem de ousar na projeção de vias no mesmo espaço e assim dando uma impressão daquele ser ainda maior sem que parecesse tão aglomerado. Clique nas imagens para vê-las em tamanho natural!

PROJETO 1
Como o tempo passa! Esse desenho foi feito por volta de 2004! Ele representava o que a minha maquete era, mas ela não tinha os dois trilhos de estacionamento no lado esquerdo da frente e no lado direito dos fundos, mas o desenho dela era assim mesmo.


Frente da maquete, um micro ramal para estacionar alguns vagões ou locomotivas, caixa d'água, uma casinha de operação de sinais, a minha primeira estação Engenheiro Passos e um kit lindo da IHC o Herald Newspaper. Eu aindo possuo esses ferromodelos. A Life-Like Proto 2000 E6A é o único ferromodelo que funciona com altíssima precisão.


Vista dos fundos da maquete do centro ao lado direito. Tudo muito distante do ideal. Essa "vegetação" eu tive de remover porque ela escureceu e depois perdeu cor. Nada como o material importado da Woodland Scenics, Busch, Noch e outras marcas importantes.

Por causa do madeiramento do tablado ter um desnível na região do cruzamento de trás, aquela curva pequena que beiradeava uma depressão de terreno subia para o lado direito e mesmo tendo tentado resolver o problema com adição de massa acrílica, os trens inclinavam para dentro ao ponto de balançarem muito e o pior, quando a locomotiva e vagões mais longos chegavam no AMV do lado direito dos fundos, eles continhavam mais altos do que o resto da composição. Tentei muitas vezes resolver esse efeito, mas sem solução.

Então eu resolvi mudar o traçado, aumentei o raio da curva do lado esquerdo da via interna de 22" para 25" que me permitiria rodar trens com locomotivas e vagões longos e no lugar da depressão, eu aplicaria umas pontes. Agora parte do compensado dessa área será todo renovado. A sensação será de ter uma maquete nova!

PROJETO 2
Ao ver uns vídeos de uma maquete que representava o Tehachapi Loop fazer o projeto 2, eu percebi que poderia simular uma nova via em declive com túnel que passasse por debaixo das pontes nos fundos da maquete e assim eu teria o gosto de ver algumas locomotivas pesadas como a GE EP-4 (V8) saindo dessa via com alguns vagões de minério e que essa via me permitiria adicionar módulos ao tablado. Vejam alguns vídeos que demonstram o encanto que uma ferrovia com declive que passa sobre outra(s). Notem que neste projeto eu adicionei coloquei um cruzamento na frente e o pequeno ramal que ao lado da passarela, deu origem à linha em declive. E a tão sonhada rotunda da Walthers, uma de 90', manual tinha o seu lugar finalmente determinado. Mas aquela automatizada e melhor detalhada possivelmente será usada por causa da precisão de funcionamento.


No entanto ao criar uma linha em declive que passasse por debaixo das outras e sendo essa funcional para que uma ligação com um módulo fosse possível, a saída encontraria a viga de madeira do tablado e eu teria de cortá-la até uma altora e ainda mantê-la resistente. Então eu terei de cortar de baixo para cima metade da viga para passar somente uma via e esse corte seria compensado pela instalação de uma viga por cima ou por trás da viga original. Essa viga será presa com Araldite e pregos. Assim eu não precisarei baixar o ramal em mais 11 centímetros o que deixaria o declive muito íngrime impossibilitando uma operação real e macia porque os trens iriam derrapar muito ou dar trancos, tendo diferença de aceração muito alta, deixando-os a funcionar como brinquedos e não réplicas.

Detalhe do pontilhão treliçado que emparelhará à ponte maior

Visão da maquete nesse projeto ainda sem o corte no tablado para fazer o declive do ramal. A estação ainda está como na foto, apenas a plataforma foi "kitbashed" (modificada na estrutura) e transformada em curva... trabalho chato e penoso que fica falhas. Para isso comprei massa putty.

PROJETO 3
O projeto 3 não traz modificação significante, eu apenas alterei o tipo de AMV que sai do cruzamento dos fundos e que dá acesso ao pátio de containers.

PROJETO 4
No projeto 4 eu voltei a considerar o desvio Y (wye - wai / ipsilon) no pátio de manobras e um cruzamento maior de 19° na parte de trás. Por isso a disposição dos trilhos no pátio do pastifício (fábrica de massas) ficou aberta. Devido à nova posição do kit do pastifício, eu perdi espaço para alguns estacionamentos de locomotivas na área de depósito de máquinas. Observem que eu instalei um cruzamento de 19° ao lado do de 45º e um desvio Y que deveria ficar guardado para ser aplicado no pátio de containers, no entanto, a utilização dele lá ficou em projeto para que fosse completado com a compra de mais um desvio.


Também observem que uma extensão de trilho foi criada a instalação desse cruzamento de 19° e daí me surgiu a idéia de dar continuidade à essa linha. Como? Observem que debaixo das pontes há um AMV que sai para a esquerda, mas eu não representei o loop. Mas essa operação de aplicação de dois AMVs (19° com 45°) se provou inviável porque o cruzamento menor (45°) deveria ser de 30° para que não surgisse um cotovelo entre o cruzamento maior e a saída direita do AVM Y, o que gerou mais uma alteração que vocês verão a seguir.

Nesta foto não se percebe muito o cotovelo criado pelo cruzamento menor (45º).

Já nesta é possível observá-los com atenção. O efeito ruim que isso gerava ao passar trens principalmente carros era horrível.

PROJETO 5
O projeto 5 é praticamente o definitivo caso eu não adicione um desvio Y na saída de cada AMV na linha interna aos fundos fazendo surgir um curto cruzamento de locomotivas o que demandará o cruzamento de 45°. E se eu o fizer, eu postarei esse desenvolvimento aqui. Ao clicar na imagem vocês perceberão o detalhamento da correção do projeto dos cruzamentos na frente do tablado. Agora eu estou usando o cruzamento de 19° e um de 30°. Tudo parecia ter ficado azul, mas que não fosse às custas de mais trabalhos de alteração por vir. Por onde passa a curva direita onde uns prediozinhos estã demarcados, há um sarrafo e eu terei de removê-lo de lá e instlá-lo mais à direita do tablado e instalar mais um com perfil menos alto perpendicularmente à esquerda para suportar o peso da rotuna e da estrutura da via subterrânea (loop).

Uma outra modificação importante que esse projeto forçou-me a fazer é o reposicionamento do centro da cidade que foi mais para a direita por causa da curva do ramal central que tem 24' (61 cm) de raio, não muito diferente das curvas da linha interna. Bem que eu gostaria que ela também tivesse 25' (63,5 cm) de raio como elas, mas 2,5 cm de diferença são muito pouco. Eu também tive de escolher outros kits para colocar ao lado do declive para que eu não precisasse empurrar tanto o centro da cidade para a direita e perder espaço para alguns kits como a igreja. Mesmo assim a alteração permitirá criar um centro de cidadezinha muito bonito.

Fotos da fase 1

Agora vocês podem ver como ficou o trabalho de remodelagem da área de cruzamentos. O cruzamento no lado esquerdo é o de 19° e outro é de 30°. Agora os vagões de 40' e 60' ficarão alinhados assim que as rodsa tocam o centro do cruzamento ficando assim um efeito bonito. Os carros de passageiros ficam alinhados assim que as rodas tocam o 'coração' central traseiro do cruzamento de 19°

Imaginem quando esse ramal estiver em declive com umas EMD SD40T-2 ou GE EP-4 puxando vagões pesados como graneleiros, mercadorias gerais ou cimento!!!! Claro que trens de passageiros ficarão belíssimos aí. Mas o lado mais emocionante será o oposto onde ainda quero ter o prazer de ter umas SD40-T2 Rio Grande saindo com vagões de minério pelo ramal visto na foto seguinte.

Notem que no total há quatro vias na região do meio da frente do tablado. A terceira via da esquerda para a direita é onde o loop terminará. É nessa região que eu fico visualizando as SD40T-2 saindo do túnel em curva! :-)